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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 3,7 milhões de barris, ou 1%, no período entre 30 de abril e 4 de maio, chegando ao patamar de 379,5 milhões de barris. No mesmo período, os estoques de gasolina recuaram em 2,6 milhões de barris, ou 1,2%, para 207,1 milhões de barris.
Os dados divulgados nesta quarta-feira (9) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 86,4% de sua capacidade operacional total, frente aos 86% observados na última semana.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 04/05/2012 | Semana até 27/04/2012 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 379,5 | 375,9 | +1,0% |
| Gasolina | 207,1 | 209,7 | -1,2% |
| Derivados | 155,3 | 156,8 | -1,0% |
| Óleo para calefação | 25,1 | 26,5 | -5,3% |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 04/05/2012 | Semana até 06/05/2011 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 379,5 | 370,3 | +2,5% |
| Gasolina | 207,1 | 205,8 | +0,6% |
| Derivados | 155,3 | 150,0 | +3,5% |
| Óleo para calefação | 25,1 | 31,6 | -20,5% |
Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 111,65 no pregão desta quarta-feira, baixa de 1,12% em relação ao último fechamento. Com o desempenho negativo no dia, o petróleo acumula forte baixa de 6,46% neste mês de maio. Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 3,45%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 107,93 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em junho de 2012, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, segue cotado a US$ 95,32 por barril, configurando uma baixa de 2,06% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.
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Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.