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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 2,8 milhões de barris, ou 0,8%, no período entre 2 e 6 de abril, chegando ao patamar de 365,2 milhões de barris. No mesmo período, os estoques de gasolina recuaram em 4,3 milhões de barris, ou 1,9%, para 217,6 milhões de barris.
Os dados divulgados nesta quarta-feira (11) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 83,8% de sua capacidade operacional total, frente aos 85,7% observados na última semana.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 06/04/2012 | Semana até 30/03/2012 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 365,2 | 362,4 | +0,8% |
| Gasolina | 217,9 | 221,9 | -1,9% |
| Derivados | 161,2 | 164,7 | -2,1% |
| Óleo para calefação | 28,7 | 30,7 | -6,5% |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 06/04/2012 | Semana até 08/04/2011 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 365,2 | 359,3 | +1,6% |
| Gasolina | 217,9 | 209,7 | +3,8% |
| Derivados | 161,2 | 149,0 | +8,2% |
| Óleo para calefação | 28,7 | 34,1 | -15,8% |
Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 119,36 no pregão desta quarta-feira, leve baixa de 0,48% em relação ao último fechamento. Com o desempenho negativo no dia, o petróleo acumula forte baixa de 3,04% neste mês de abril. Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 10,59%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 107,93 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em maio de 2012, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, segue cotado a US$ 101,62 por barril, configurando uma alta de 0,30% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.
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Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.