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SÃO PAULO – O Departamento de Trabalho dos Estados Unidos revisou para cima a produtividade do trabalhador norte-americano, excluindo o setor agrícola, de um avanço de 0,7% na prévia, para o 0,9% consolidado no quarto trimestre do ano passado.
O nível veio em linha com o esperado pelo mercado, segundo projeções reunidas pelo portal Briefing. Já os gastos com mão de obra foram modificados para uma expansão em 2,8%, bem acima do aguardado pelo mesmo site, que era de 1,1%, e da medição inicial, que havia registrado 1,2%.
O patamar de horas trabalhadas, por sua vez, foi reduzido em relação à prévia. Inicialmente, a alta havia sido comunicada em 2,9% sobre o tirmestre anterior, mas foi cortada para 2,7%. A taxa anterior de produtividade, para o período entre julho e setembro de 2011, ficou em um aumento de 1,9%.
Metodologia do índice
Esse índice mede a produtividade e os custos de mão-de-obra de toda a economia urbana norte-americana. O estudo é feito pelo Setor de Estatísticas do Departamento de Trabalho norte-americano, e os dados são referentes a um período de três meses.