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SÃO PAULO – Os principais contratos futuros de petróleo encerraram a sessão desta quinta-feira (1) em queda, repercutindo dados econômicos nos Estados Unidos, com Initial Claims reportando aumento do número de pedidos de auxílio-desemprego. Enquanto isso, o Goldman Sachs advertiu sobre a possibilidade de redução na demanda da commodity em reflexo dos sinais de deterioração da economia na Zona do Euro.
Ademais, os governos da União Europeia concordaram nesta data em examinar sanções contra o setor petrolífero do Irã como parte de uma ação mais ampla para aumentar a pressão financeira sobre o país por causa de seu programa nuclear. Uma das principais ações seria banir imediatamente a importação da commodity do Irã.
Diante disso, a cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 108,99 no pregão desta quinta-feira, baixa de 1,15% em relação ao último fechamento. Já o contrato com vencimento em janeiro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 100,20 por barril, configurando uma leve baixa de 0,16% frente ao fechamento anterior.
Agenda econômica
Na agenda, o ISM Index, que mede o nível de atividade da indústria norte-americana, superou o consenso de mercado. Já os gastos com construção civil nos Estados Unidos subiram 0,8% em outubro, segundo o Departamento de Comércio dos EUA. O mercado projetava alta de 0,3% para o mês avaliado. Por sua vez, na China, o mercado repercutiu ainda a piora do setor industrial em novembro, pela primeira vez em quase três anos.