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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram em 1,8 milhão de barris, ou 1,8% no período de 24 a 28 de outubro, chegando ao patamar de 1,035 bilhão de barris, considerando-se também as reservas estratégicas do país. No mesmo período, os estoques de gasolina aumentaram em 1,4 milhão de barris, ou 1,4%.
Os dados divulgados nesta quarta-feira (2) pelo Departamento de Energia norte-americano mostram ainda que as refinarias do país operaram com 85,3% de sua capacidade operacional total, frente aos 84,8% observados na última semana.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 28/10/2011 | Semana até 21/10/2011 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 339,5 | 337,6 | +1,8% |
| Gasolina | 206,3 | 204,9 | +1,4% |
| Derivados | 151,1 | 150,0 | +1,0% |
| Óleo para calefação | 38,6 | 38,1 | +0,6% |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 28/10/2011 | Semana até 29/10/2010 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 339,5 | 368,2 | -7,8% |
| Gasolina | 206,3 | 212,3 | -2,8% |
| Derivados | 151,1 | 141,7 | +6,5% |
| Óleo para calefação | 38,6 | 53,2 | -27,4% |
Cotações
O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, segue cotado a US$ 110,92 no pregão desta quarta-feira, em queda de 3,68% em relação ao último fechamento.
Apesar do desempenho negativo no dia, o petróleo acumula forte alta de 2,0% neste mês de novembro. Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 16,15%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 95,50 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em novembro de 2011, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, segue cotado a US$ 93,29 por barril, configurando uma alta de 3,22% frente ao fechamento anterior.
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Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Ao lado da China, os EUA são os maiores consumidores mundiais de óleo bruto e, com isso, a relação entre oferta e demanda apresentada pelo país exige acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.