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SÃO PAULO – Depois de interromper uma sequência de oito quedas na véspera, o dólar comercial novamente segue o humor do noticiário externo e abre os trabalhos desta terça-feira (18) em leve alta de 0,08%, cotado a R$ 1,773 na venda.
Na China, os dados do PIB (Produto Interno Bruto) não animaram os mercados. A potência asiática teve crescimento de 9,1% do seu PIB referente ao terceiro trimestre, depois de subir 9,5% entre abril e junho de 2011, segundo dados da Agência Nacional de Estatísticas.
Ainda no front externo, a Moody’s alertou na noite de segunda-feira (17) que pode revisar de estável para negativa a perspectiva sobre a nota de crédito AAA da França nos próximos três meses. Segundo a agência, o aumento do EFSF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira) e a eventual necessidade de ajudar mais países da Zona Euro podem impedir progressos nas reformas econômicas e fiscais do país.
Por aqui, o destaque fica por conta do primeiro dia da reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), quando será definida a nova taxa básica de juro para a economia brasileira. O mercado financeiro passará as duas próximas sessões tentando adivinhar o que o Banco Central decidirá especialmente em relação à taxa de juros básica (Selic), atualmente em 12% ao ano.
Indicadores
A agenda desta terça-feira contou com divulgação do IGP-10 (Índice Geral de Preços – 10), da FGV (Fundação Getulio Vargas), que na medição de outubro marcou inflação de 0,64%.
Mais cedo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulgou o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor) referente segunda quadrissemana de outubro, marcando inflação de 0,27%.
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Nos Estados Unidos, por sua vez, o Departamento de Trabalho reporta o PPI (Producer Price Index), índice de preços no atacado, e também o seu núcleo, o Core PPI, que é calculado sem os preços de alimentação, logo mais, às 10h30.