Popularização do celular com GPS deverá melhorar serviços de localização

Sistema de localização deverá realmente ganhar os mercados europeu e norte-americano já no próximo ano

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SÃO PAULO – Cada vez que um novo serviço de celular é anunciado na mídia, enquanto alguns usuários se empolgam com a lista de benefícios que a novidade trará, outros se desanimam, pensando no preço do modelo que virá equipado com ele.

Isso certamente aconteceu quando os primeiros celulares com dispositivo de GPS (sigla em inglês para Sistema de Posicionamento Global) começaram a surgir na Ásia – região onde nascem as principais inovações do mercado.

“Isso vai demorar para chegar por aqui e, ainda por cima, deve encarecer o aparelho”, podem ter pensado alguns. A boa notícia é que, com os avanços chegando cada vez mais rápido no mundo da tecnologia, esse processo demora menos tempo.

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EUA e Europa

Seguindo a popularização das câmeras digitais embutidas, o sistema de localização deverá realmente ganhar os mercados europeu e norte-americano já em 2007.

Essa, pelo menos, é a perspectiva da israelense Telmap, que tem uma plataforma de GPS em conjunto com as conterrâneas Pelephone, MIRS e Cellcom. Segundo o diretor de vendas, Ziv Orr, a média de acessos a serviços de localização em Israel por usuário é de 13 por mês.

Apostando que os serviços de conteúdo são atualmente as principais estratégias para captar e manter clientes, ele espera que EUA e Europa intensifiquem o uso do dispositivo.

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Aprimoramento

Isso favorece também outro processo que beneficia o usuário: o desenvolvimento da tecnologia. Se os primeiros GPSs apresentavam problemas como perda do sinal quando o celular recebe uma ligação, o serviço é cada vez mais aprimorado por diversas empresas.

O MOND (algo como Dados Móveis de Tráfego Otimizados, em português), programa da Telmap, por exemplo, faz o download do mapa da região desejada e de mais um raio de 600 metros ao redor que fica gravado no telefone. Caso você erre o caminho ou receba uma ligação, o mapa ainda estará lá.