Telebras nega venda da Eletronet a empresas de telefonia

...

Publicidade

SÃO PAULO – A Telebras enviou o seguinte esclarecimento à CVM:

Em atencao a consulta da CVM a empresa enviou o seguinte:

Resposta ao OFICIO/CVM/SEP/GEA-2/N 296/2011

Continua depois da publicidade

Fazemos referencia ao Oficio acima, acerca da noticia veiculada no jornal Folha
de Sao Paulo, no dia 01/09/2011, sob o titulo:

“Teles estudam estrategia para controlar a Eletronet:

O Banco Fator foi contratado para costurar a venda do controle acionario da
Eletronet a empresas de telefonia.
A Eletronet e proprietaria da rede de fibras opticas que serao usadas na
implantacao do plano de banda larga do governo federal, a cargo da TELEBRAS.
A proposta e que o controle da empresa passe para um fundo de investimentos e
que seja garantida a TELEBRAS as fibras necessarias para execucao do plano de
banda larga. As telefonicas ocupariam a capacidade excedente da rede em
consorcio.
O Fator e o suposto acionista controlador da Eletronet, Nelson de Santos, nao
comentam o caso. Ha divergencias sobre quem detem o controle acionario da
empresa.
A Folha apurou que o negocio esta a cargo de Manoel Horacio da Silva, executivo
do banco e presidente do conselho de administracao da operadora TIM. A Eletronet
esta em processo de autofalencia, desde 2003, e deve cerca de R$ 1,3 bilhao a
fornecedores e a bancos.
Os compradores pagariam a divida -espera-se, com grandes descontos- e a falencia
seria extinta. OI e TIM analisam o negocio.
O sistema Eletrobras e acionista minoritario da Eletronet e tem a posse da rede
de cabos por uma liminar da Justica do Rio de Janeiro. Um acionista da OI disse
que o grupo tem interesse na compra, desde que a operacao tenha o aval do
governo, o que ainda nao ocorreu. Segundo o acionista, a OI nao fara oferta
hostil de compra.”

para informar que a TELEBRAS desconhece essa negociacao. Acrescenta ainda, que
na sequencia da materia, abaixo transcrita, esta escrito, in verbis

“O Ministro das Comunicacoes, Paulo Bernardo, disse, via assessoria, que nao
esta a par da discussao.”

Esclarecemos ainda que a Telebras sequer foi consultada sobre a materia.