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SÃO PAULO – Em queda desde a abertura, o Ibovespa recua 2,58% no início da tarde desta sexta-feira (9) e atinge 56.136 pontos, com volume financeiro de R$ 1,941 bilhão.
O principal índice da bolsa brasileira segue de mãos dadas com as perdas no front internacional, onde Wall Street digere sem entusiasmo a proposta de pacote de estímulo ao mercado de trabalho apresentada na noite de quinta-feira pelo presidente Barack Obama.
Investidores de todo o planeta seguem temerosos acerca do futuro da economia global, com risco de recessão nos EUA e o agravamento da crise fiscal na combalida Europa, o que continuam proporcionando repetidas rodadas de volatilidade e nervosismo.
Além disso, a bolsa brasileira também é afetada pela fala de Alexandre Tombini, presidente do Banco Central, de que o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil para 2011 deverá ser revisado para baixo no final do mês.
Altas e baixas
O principal destaque negativo fica com as ações da Hypermarcas (HYPE3), que registram desvalorização de 5,95% e são cotadas a R$ 12,95. Com essa variação, a baixa acumulada desde o início do ano chega a -42,19%.
Por outro lado, o melhor desempenho fica com os papéis Usiminas (USIM3), que são cotados a R$ 24,30 e apresentam alta de 2,75%.
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As maiores baixas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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As maiores altas dentre as ações que compõem o Ibovespa são:
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Bolsas internacionais
Nos EUA, os principais índices acionários registram perdas superiores a 2%, com destaque negativo para ADRs (American Depositary Receipts) de bancos europeus de peso como Barclays (-8,5%), Deutsche Bank (-8,49%) e Credit Suisse (-6,16%).
Justificando a trajetória de seus bancos, na Europa as perdas são ainda mais significativas e chegam a 4%, em meio a nova rodada de desconfiança em relação ao risco de calote na Grécia, uma vez que o país ainda tem dificuldade em implantar o programa de austeridade aprovado em julho e definir a reestruturação da dívida pública junto a credores privados.
Juros e câmbio
As taxas dos principais contratos de juros futuros operam em trajetória de alta nesta sexta-feira, após abertura em ligeira baixa.
Por fim, o dólar comercial está sendo cotado a R$ 1,6810 na compra e R$ 1,6825 na venda, forte alta de 1,36% em relação ao fechamento anterior.