Phishing é a praga virtual mais freqüente pelo segundo mês no ranking da Eset

O resultado de setembro mostrou que os crimes virtuais de Engenharia Social continuam dando resultados

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SÃO PAULO – Em setembro, o ranking das mais freqüentes pragas virtuais da ThreatSense.Net, da empresa de segurança informática Eset, foi liderado novamente pelo phishing, nome dado à obtenção fraudulenta de ações sensíveis, como senhas e números de documentos.

Através de mensagens falsas em nome de instituições, os usuários são induzidos a clicar em links que os levam a páginas falsas, onde são requisitados a fornecer esses dados, que são, então, repassados automaticamente para criminosos. Estes os usam indevidamente, seja em crimes contra a pessoa, como roubo da conta bancária, ou em nome dela.

Os três mais freqüentes

Apesar de ter ficado em primeiro, com 3,15% das detecções, houve leve queda em relação ao mês anterior. A segunda posição ficou por conta Brontok.A, correspondendo a 3% das pragas encontradas. Trata-se de worm e cavalo-de-tróia backdoor, o que significa que pode se propagar automaticamente através de e-mails ou redes de compartilhamento desprotegidas.

Em terceiro lugar ficou o cavalo-de-Tróia Swizzor, com 2,69%, praga que instala programas espiões (que repassam tudo o que é digitado no teclado para criminosos) discretamente através de downloads clandestinos (sem a autorização do usuário).

10 milhões de computadores

O ranking da Eset foi elaborado a partir da porcentagem de pragas virtuais detectadas em mais de 10 milhões de computadores no mundo todo que usam seu antivírus.

A maioria das pragas, segundo a empresa, utilizam Engenharia Social para se proliferar. A recomendação é manter sempre um bom antivírus com detecção pró-ativa, para identificar as pragas assim que forem criadas, e atualizá-lo sempre.