Litoral de SP: diárias para o Natal e Reveillon variam de R$ 75 a R$ 437,50

É preciso planejar com antecedência sua viagem de fim de ano para não ter surpresas desagradáveis

Publicidade

SÃO PAULO – Com a chegada do Natal e Ano Novo, muitos paulistanos começam a planejar a viagem para o litoral. Porém, é preciso muita cautela para não haver surpresas desagradáveis no passeio do fim de ano.

Segundo pesquisa feita pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), os preços diários mínimos e máximos de um imóvel no litoral durante a alta temporada vão de R$ 75,00 a R$ 437,50. Esses valores são negociáveis na maioria dos casos. Entretanto, quem deixar o negócio para ser feito de última hora, além de correr o risco de não encontrar o lugar desejado, poderá pagar mais caro pelos imóveis.

Litoral Norte X Sul

A pesquisa levantou os valores diários médios da locação de imóveis desde quitinetes até os de 4 dormitórios. Foram consultadas 61 imobiliárias das cidades de Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, Itanhaém, Mongaguá, Peruíbe, Praia Grande, Santos, São Sebastião, São Vicente e Ubatuba.

O Conselho constatou que as diárias do Litoral Norte são mais altas que as do Sul. A diária mais cara, de R$ 437,50 para uma casa de 4 dormitórios, foi encontrada em Ubatuba e Ilhabela. O menor valor encontrado na região foi R$ 122,33 pela diária de um imóvel com 1 dormitório.

Já no Litoral Sul, os preços são mais amenos. Uma casa de 4 dormitórios sai pelo valor máximo de R$ 300,00 a diária, enquanto um apartamento do tipo quitinete custa em torno de R$ 75,00 diários.

Cidades como Santos, Guarujá e Praia Grande, que ficam mais ao centro, têm preços intermediários. O valor mínimo se refere à diária de uma casa de 1 dormitório, que sai por R$ 107,50, enquanto o máximo é de R$ 396,67, para o aluguel de uma casa de 4 dormitórios.

Continua depois da publicidade

Dicas do Creci

Nem sempre o melhor preço significa o melhor negócio. É preciso cuidado com os estelionatários, que alugam imóveis que não lhes pertencem ou que simplesmente não existem. Outra coisa comum é chegar ao local e perceber que foi vítima da propaganda enganosa.

Para evitar esse tipo de situação, o Conselho oferece algumas dicas aos consumidores: Imóvel de temporada: saiba como fazer uma locação segura.