Anatel: telefonia fixa terá reajuste médio de 8,7%

Reajuste de 8,7% será dividido em duas parcelas de 4,35%; com o reajuste, a assinatura, o pulso e os créditos do cartão telefônico terão aumentos abaixo da média

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SÃO PAULO – Após mais de 20 dias de negociação com as empresas de telefonia fixa, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu na última sexta-feira, dia 13 de agosto, um reajuste médio de 8,7% na cesta de serviços da telefonia local.

Aumento será dividido em duas parcelas

O reajuste de 8,7% será dividido em duas parcelas de 4,35%. A primeira será aplicada a partir de 1º de setembro e a segunda, a partir de 1º de novembro.

Segundo os contratos de concessão e decisão do STJ (Superior Tribunal de Justiça), o índice acertado ficou abaixo dos 10,9% relativos à reposição integral à qual as concessionárias teriam direito.

Assinatura, pulso e créditos sofrem reajuste inferior

Com reajuste, a assinatura residencial, o pulso e os créditos do cartão telefônico utilizados em orelhão sofrerão reajustes inferiores à média.

A assinatura residencial e o pulso serão corrigidos em 6,7%. Já o crédito do cartão telefônico sofrerá aumento de 5,88%. Apenas as tarifas de Longa Distância Nacional e Longa Distância Internacional terão reajuste médio de 10,9%, acima do esperado.

Reajuste com base no IGP-DI

Os índices são resultado do valor acumulado pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) nos últimos 12 meses menos o redutor de produtividade das empresas. Para se ter uma idéia do cálculo do reajuste, nos últimos 12 meses, o índice ficou em 7,9%.

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