Copom projeta aumentos menores de energia e telefonia em 2005

Segundo ata de reunião do Comitê, expectativa de reajuste dos preços administrados passou de 7,2% para 6,7%.

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SÃO PAULO – De acordo com a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), divulgada nesta quinta-feira (23), houve mudança nas projeções das tarifas de energia elétrica e manutenção nas perspectivas em relação às tarifas de telefonia fixa.

Revisão das projeções

O Copom reduziu em 0,2 ponto percentual a projeção relacionada às tarifas de energia elétrica residencial. A partir de agora, o aumento estimado para os doze meses de 2004 passa a ser de 10%.

Já a tarifa de telefonia fixa manteve sua previsão de custos esperados para a totalidade do ano. Como em outubro, a projeção ficou em 14,8%.

Para o conjunto dos itens administrativos por contrato e monitorados, com peso total de 29,2% no IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) de novembro, o Copom projeta aumento de 9,8% ao longo deste ano, 0,8 ponto percentual acima do patamar estipulado na pesquisa do mês passado.

Aumentos menores em 2005

Ainda segundo a ata da última reunião do Copom, os aumentos projetados no decorrer de 2005 são inferiores aos verificados neste ano, tanto nos preços de telefonia fixa, que devem subir 7,7%, quanto nos custos de energia elétrica, cuja projeção de reajuste é de 9,5%.

Em relação aos reajustes de todos os itens administrados por contrato e monitorados, o Copom reduziu sua expectativa de elevação de custos de 7,2% para 6,7%.

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De acordo com a autoridade monetária, esta perspectiva de reajuste nos preços administrados para 2005 baseia-se em um modelo de determinação que considera componentes sazonais, variações cambiais, inflação de preços livres e inflação medida pelo IGP (Índice Geral de Preços).