Aluguel em São Paulo sobe 0,9% no mês de abril

Variação no acumulado dos últimos 12 meses ficou em cerca de 5,5%, percentual bem abaixo dos índices de inflação registrados no período

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SÃO PAULO – Dados da Pesquisa Mensal de Locação na cidade de São Paulo apontou para um crescimento da ordem de 0,9% sobre os valores dos aluguéis residenciais no mês de abril. Em março, a variação dos aluguéis ficou em 0,3%.

O levantamento, realizado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação), levou em consideração cerca de cinco mil informações obtidas junto a 155 empresas que atuam na capital.

De acordo com a pesquisa, no acumulado dos últimos 12 meses, a variação dos aluguéis ficou em aproximadamente 5,5%, percentual bem abaixo dos índices de inflação registrados no período.

Fiador é a garantia mais utilizada pela maioria

No que se refere aos imóveis cujo aluguel acabou subindo no mês passado, as unidades de 1 e 3 dormitórios registraram alta de 1% nos valores de locação. Já os imóveis com 2 dormitórios tiveram aumento médio de 0,5%.

Dentre as empresas entrevistadas, 36% desse universo disseram que a quantidade de imóveis alugados no último mês permaneceu estável em relação ao mês anterior, com tendência de alta. O mesmo aconteceu com os estoque, que permaneceram estável em abril para 46% das empresas consultadas pela pesquisa.

No momento de alugar um imóvel, o fiador continua sendo a garantia mais presente nos contratos de locação, respondendo por 57% das garantias utilizadas no mercado. Em seguida, figuram os depósitos ou caução, com 36% de utilização. Por fim, o seguro-fiança também foi utilizado (7%) nos aluguéis de imóveis.

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Volume de locações

Ainda de acordo com a pesquisa, para 40% das empresas entrevistas nas zonas Sul e Leste, o volume de imóveis alugados no mês de abril permaneceu estável em relação a março, com tendência de melhoria.

Já na zona Norte houve aumento no volume de imóveis alugados para 45% das empresas, enquanto a zona Oeste registrou redução no número de unidades alugadas, conforme informou cerca de 45% das empresas consultadas.

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