Dólar segue tom negativo do mercado e opera em alta a R$ 1,5965

Corte da S&P da projeção de crescimento da Zona do Euro e possível rebaixamento da China pela Fitch pesam no movimento

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SÃO PAULO – Em dia de expectativas, por conta do primeio dia de reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) por aqui e pela divulgação da ata da última reunião do Fomc (Federal Open Market Committee, comitê de mercado aberto federal), por volta das 15h, nos EUA, o dólar inicia a sessão apurando alta de 0,43%, cotado a R$ 1,5965.

No mercado cambial, a expectativa para o dia é de que o dólar ganhe valor frente às demais moedas, refletindo uma pequena piora na aversão ao risco, que derruba as bolsas ao redor do globo.

Neste sentido, a moeda valoriza-se diante do euro (0,62%), da libra (0,63%) e do franco suíço (0,26%), perdendo espaço somente para o iene (-0,17%).

Noticiário negativo garante movimento de alta
Entre as noticias negativas que aumentam o sentimento de aversão ao risco está o corte anunciado pela Standard & Poor’s nesta terça-feira (30) de suas previsões de crescimento da Zona do Euro para este e para o próximo ano.

Além disso, a agência de classificação de risco Fitch afirmou que poderá rebaixar a nota da China nos próximos dois anos em consequência do aumento das falências e da inflação alta que se seguiram à expansão do crédito nos últimos anos, afirmou.

No Brasil crescem as discussões e tensões sobre a política monetária, pois começa a reunião do Copom. Especula-se um possível corte de juros, acentuadas pelas medidas fiscais anunciadas na véspera pelo governo.

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Indicadores
Por aqui, a FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) do mês de agosto, que registrou inflação de 0,44% em agosto.

Já nos Estados Unidos, o destaque é divulgação da ata da última reunião do Fomc (Federal Open Market Committee, comitê de mercado aberto federal), por volta das 15h.

Também por lá foi revelado o S&P/Case-Shiller Home Price, indicador que aponta a trajetória dos preços das casas no país por meio de uma média móvel trimestral. O indicador mostrou que os preços dos imóveis norte-americanos caíram 4,5% em junho, na base de comparação anual, queda menor que a esperada pelo mercado.

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Por fim, a pauta econômica norte-americana contará com o Consumer Confidence, índice que mede a confiança dos consumidores em cerca de 5.000 lares norte-americanos.