Resumo diário

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Após chegar a subir 0,71% no começo do dia, o Ibovespa reverteu seu sinal logo após a divulgação de dados decepcionantes da economia norte-americana, chegando a cair 0,84% no intraday. Amenizando suas perdas no fim do dia, o principal ínidice de ações da bolsa brasileira fechou em queda de 0,34%, aos 59.478 pontos, renovando a mínima registrada em 25 de maio pelo segundo pregão consecutivo. O grio financeiro R$ 5,749 bilhões.

Revertendo a trajetória positiva do início das operações, o benchmark passou a operar no campo negativo com divulgação da queda na confiança do consumidor norte-americano na economia do país, apesar do clima positivo no mercado dos EUA provocado pelos fortes resultados trimestrais de Google e Citigroup, que vieram melhores do que o esperado. Os investidores também avaliaram o resultado do teste de estresse com os bancos europeus, que mostrou que 8 das 90 instituições avaliadas foram reprovadas.

Destaques do pregão
As ações da JBS lideraram os ganhos do Ibovespa, ao registrarem alta de 2,59%, cotadas a R$ 5,59. Já na ponta negativa, o destaque ficou por conta do setor siderúrgico, com Gerdau, Metalúrgica Gerdau e Usiminas figurando entre as maiores quedas.

Agenda
No Brasil, a FGV divulgou os números do IGP-10 do mês de julho, o qual registrou deflação de 0,12%, 0,10 ponto percentual superior ao mês anterior.

Já nos EUA, o CPI, índice que mede a evolução dos preços ao consumidor nos EUA, registrou deflação de 0,2% em junho, contra queda nos preços de 0,1% esperada pelo mercado. O Core CPI, que exclui os itens mais voláteis, teve avanço de 0,3%.

Em relação à indústria norte-americana, o indicador da atividade industrial na região de Nova York em julho decepcionou ao registrar 3,76 pontos negativos, enquanto a produção industrial do país apresentou alta de 0,2% em junho, resultado em linha com as projeções do mercado. Por fim, a confiança do consumidor norte-americano foi menor do que a esperada em julho.

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Dólar
O dólar comercial conseguiu fechar a semana no azul, acumulando valorização de 0,64% entre os dias 11 e 15 de julho, terminando cotado a R$ 1,575 na venda. Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,5788 na compra e a R$ 1,5796 na venda, alta de 0,09% frente ao fechamento de quinta-feira, acumulando alta de 0,70% na semana.

No front doméstico, o Banco Central realizou um leilão de compra de dólares no mercado cambial à vista. A operação ocorreu entre às 15h35 (horário de Brasília) e às 15h408 e teve uma taxa de corte aceita em R$ 1,574.

Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam em alta. O contrato de juros de maior liquidez nesta sexta-feira, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,48%, 0,01 ponto percentual acima do fechamento de quinta-feira.

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No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou em queda de 0,15% em relação ao fechamento anterior, a 136,16% do valor de face.

Já o indicador de risco-País fechou em alta de 4 pontos-base, aos 171 pontos.