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Em sessão escassa de referências tanto no âmbito doméstico quanto no internacional, o Ibovespa operou sob forte volatilidade no intraday, oscilando entre perdas e ganhos no decorrer da sessão. Ao final do pregão, o índice registrou a alta mínima de 0,01%, chegando ao seu quarto dia seguido de alta, fechando esta sexta-feira (22) aos 60.270 pontos. O giro financeiro foi de R$ 4,796 bilhões.
Apesar da aprovação do segundo pacote de socorro financeiro à Grécia no valor de € 109 bilhões ter trazido alívio aos investidores na véspera, a continuidade do impasse acerca de um novo teto para a dívida soberana dos EUA, bem como as declarações pessimistas da Fitch acerca de um possível calote grego, trouxeram certa preocupação. A agenda escassa de indicadores econômicos tanto no front doméstico quanto lá fora ajudou ainda mais a trazer instabilidade ao mercado.
Destaques do pregão
Na ponta positiva, o destaque ficou por conta das ações da MRV, que registraram alta de 3,88% neste pregão, cotadas a R$ 12,31.
Já na ponta vendedora, destaque para as ações do Grupo Oi, com Telemar Norte Leste na vice-lanterna do Ibovespa e o papel preferencial da Tele Norte Leste com a quinta maior desvalorização do benchmark.
Dólar
O dólar comercial obteve sua quarta queda consecutiva e fechou cotado à R$ 1,553, com desvalorização de 0,06%, o que colaborou para que o dólar fechasse a semana com queda de 1,40%. Por aqui, o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,5547 na venda, queda de 0,13% frente ao fechamento de terça-feira.
Além disso, o BC realizou dois leilões de compra de dólares no mercado cambial à vista. A primeira operação ocorreu entre às 12h22 (horário de Brasília) e às 12h27 e teve uma taxa de corte aceita em R$ 1,5524, enquanto a segunda contou com taxa de R$ 1,5525, tendo ocorrido das 15h53 às 15h58.
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Renda Fixa
No mercado de juros futuros da BM&F Bovespa, os principais contratos fecharam sem tendência e próximos da estabilidade. O contrato de juros de maior liquidez nesta sexta-feira, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,47%, estável em relação ao fechamento de quinta-feira.
No mercado de títulos da dívida externa, o título brasileiro mais líquido, o Global 40, fechou em alta de 0,13% em relação ao fechamento anterior, a 136,50% do valor de face.
Já o indicador de risco-País fechou em alta de 2 pontos-base, aos 160 pontos.