Publicidade
10h56: Eneva (ENEV3, R$ 0,74, -2,63%)
A Eneva e suas subsidiárias MPX Chile e Eneva Participações receberam notificação, em 6 de dezembro, pelo Credit Suisse quanto à inadimplência no pagamento de empréstimos contratados em 11 de abril de 2011 e 22 de junho de 2011. Em cinco de dezembro, ocorreu o vencimento de US$ 9,4 milhões referentes a principal e juros de tais empréstimos.
Segundo comunicado, a Eneva disse que segue em entendimentos com seus credores financeiros para revalidar o acordo para suspender a amortização e o pagamento de juros de operações financeiras contratadas pela companhia e suas subsidiárias, expirado em 21 de novembro deste ano, e assim, avançar na implementação de um plano de estabilização. A companhia disse ainda que avalia todas as medidas possíveis a serem tomadas para proteger os seus interesses e de seus stakeholders.
10h44: Rossi (RSID3, R$ 41,90, -2,08%)
As ações da Rossi voltam a figurar como a maior queda do Ibovespa nesta segunda-feira. Na semana passada, os papéis lideraram as perdas do índice, com baixa de 21,09% no período. Neste patamar, os ativos da construtora renovam a mínima de julho de 2003.
10h40: Oi (OIBR4, R$ 1,21, -0,82%)
Segunda fontes da Bloomberg, o conselho da Oi aprovou a venda de ativos portugueses da PT por 9,2 bilhões de euros para a Altice. A decisão deve ser anunciada em breve. As ações da Altice negociam em baixa hoje após a forte alta de 13,66% na semana passada. Para a Guide Investimentos, as ações do setor devem seguir voláteis essa semana. “Acreditamos que após o anúncio, a atenção do mercado ficará para os próximos passos das companhias em direção à acelerar o processo de consolidação no setor”, disse a equipe de análise da corretora.
10h31: Usiminas (USIM3, R$ 8,02, -4,30%; USIM5, R$ 5,07, -0,78%)
As ações ordinárias da Usiminas caem hoje após forte disparada nos últimos dias. De quarta-feira até sexta-feira, os papéis ONs da siderúrgica saltaram 32%, enquanto os preferenciais subiram modestos 5% – um movimento que ocorreu em meio à briga interna entre dois grupos controladores da companhia mineira, os argentinos da Ternium e os japoneses da Nippon Steel.
O arrancada ocorreu porque os investidores estavam vendo na briga entre os sócios argentinos e japoneses uma possibilidade de um deles deixar o bloco de controle do grupo – ou melhor, de vender a fatia deles para outro investidor. Neste cenário, a ação USIM3 se tornaria muito mais atrativa do que USIM5, pois a primeira possui o “tag along”, uma ferramenta de proteção aos acionistas minoritários em momentos de troca de controle numa companhia.
Continua depois da publicidade
10h20: Vale (VALE3, R$ 21,78, -0,46%; VALE5, R$ 18,56, -0,75%)
Na mesma toada do mercado, as ações da Vale operam no negativo hoje, dando sequência à forte queda dos últimos dias. Os papéis da companhia são penalizados por dados da China – o principal destino de suas exportações. O gigante asiático divulgou sua balança comercial. Apesar de ter uma alta de 20% em relação a outubro no superávit, o desempenho das exportações e das importações nesta segunda maior economia do mundo desapontaram o mercado.
10h13: Petrobras (PETR3, R$ 11,30, -1,31%; PETR4, R$ 12,10, -1,31%)
As ações preferenciais da Petrobras têm sua nona queda em onze sessões pressionadas novamente pela derrocada do preço do petróleo, que, segundo analistas, podem prejudicar os planos de investimentos da estatal no pré-sal. Hoje, a commodity bate seu menor patamar em cinco anos. No acumulado das últimas duas semanas, os papéis da companhia já caíram 15%.