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12h34: virada de Petrobras e bancos
Após chegarem a subir 3% nos minutos iniciais do dia, virarem para o negativo, as ações da Petrobras voltam para o positivo e marcam alta na faixa de 0,50% (PETR3, R$ 18,73, +0,53%; PETR4, R$ 19,90, +0,65%), mostrando forte volatilidade entre as novidades do Datafolha e o vencimento de opções sobre ações, que ocorre nesta segunda-feira (18).
Também sensíveis às novidades eleitorais, os papéis da Eletrobras (ELET3, R$ 6,95, +1,03%; ELET6, R$ 11,05, +1,65%), Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 35,96, +0,62%) e Bradesco (BBDC3, R$ 37,22, +0,57%; BBDC4, R$ 36,26, +0,61%) ainda marcam ganhos, embora bem menores do que no começo do dia. O Banco do Brasil (BBAS3, R$ 29,07, -0,41%) já operava no negativo, após ter aberto em alta.
Como temos vistos desde março, as ações de empresas estatais e do setor financeiro têm sido as mais sensíveis as novidades eleitorais. Nesta segunda, repercute no mercado pesquisa eleitoral Datafolha divulgada nesta madrugada, na qual mostrou Marina Silva – provável candidata do PSB – na frente de Aécio Neves (PSDB) no 1º turno e de Dilma Rousseff (PT) no 2º turno, embora a vantagem de votos a coloque tecnicamente empatada com ambos, se considerarmos a margem de erro.
Embora o mercado mostre ânimo pelas maiores chances de 2º turno, as análises dos cientistas políticos indicam que o resultado de Marina nesta pesquisa esteja “superestimado” pela comoção do eleitorado após a trágica morte de Eduardo Campos na última quarta-feira (13). Com isso, boa parte dos especialistas acredita que as próximas pesquisas mostrem uma queda nas intenções de voto da provável candidata do PSB – ela deve ser apresentada oficialmente como presidenciável do partido na quarta-feira (20).
Desde março, quando começaram a aparecer as pesquisas eleitorais, os papéis de estatais e do setor financeiro sempre mostraram-se mais sensíveis às opiniões dos eleitores. Isso porque, na interpretação do mercado, o atual governo não tem agradado os investidores devido à forma intervencionista que tem atuado em importantes setores da economia, como o elétrico, o financeiro e até com a Petrobras. Dessa forma, uma mudança de governo é bem vista pelos investidores pois assim esperam uma melhor diretriz na forma de gerir estas empresas.
11h57: JBS (JBSS3, R$ 9,23, +2,56%)
As ações da JBS seguem entre as maiores altas do Ibovespa hoje. Segundo operadores de mercado, a alta dos papéis nesta sessão está associada à elevação da recomendação pelo Deutsche Bank dos papéis da companhia, que passou de manutenção para compra.
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11h42: TIM (TIMP3, R$ 11,25, +2,93%)
As ações da Tim sobem neste pregão, reagindo a notícia de que a Telecom Italia está preparando uma oferta de até 7 bilhões de euros (9,4 bilhões de dólares), para ultrapassar a proposta da espanhola Telefónica, na corrida para adquirir a GVT, unidade brasileira da Vivendi, de acordo com uma reportagem da Bloomberg neste domingo.
A reportagem, citando pessoas anônimas com conhecimento do plano, disse que a Vivendi teria 20% da Telecom Italia e uma participação na unidade que combinaria as duas filiais brasileiras.
A Telecom Italia está propondo a fusão entre Tim e GVT e em troca a Vivendi teria uma fatia no grupo italiano, disseram as fontes. Ela poderia submeter sua oferta à Vivendi até o final do mês.
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10h59: Kepler Weber (KEPL3, R$ 52,10, +6,76%)
Operando na máxima histórica desde o final de julho, as ações da Kepler Weber renovaram seu recorde na Bovespa ao marcarem ganhos de 8,5% na sua máxima do dia (R$ 52,98). Os investidores mostram ânimo ao resultado do segundo trimestre da empresa, divulgado na última sexta-feira, mostrando alta de 188,2% no lucro líquido em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 25,1 milhões. Segundo a companhia, o bom momento vivido na agricultura brasileira impactou favoravelmente os resultados da Kepler Weber.
A empresa reportou ainda receita líquida de R$ 226,7 milhões, aumento de 76% ante mesmo período de 2013. Já o Ebitda cresceu 114,8% na mesma base de comparação, chegando a R$ 44,7 milhões.
Assim como os dados do período, os papéis da empresa vivem ótimo momento na Bolsa: de 2013 até hoje, eles acumulam ganhos na faixa de 350%.
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10h44: BM&FBovepsa (BVMF3, R$ 12,96, +2,21%)
As ações da BM&FBovespa seguem entre as maiores altas do Ibovespa, sendo a terceira sessão consecutiva de valorização, acumulando ganhos de 8%. A administradora da bolsa brasileira é beneficiada indiretamente pelo cenário político, já que o volume dos negócios na Bovespa e BM&F tem aumentado gradualmente à medida que os investidores tentam precificar o impacto do novo cenário político no mercado.
Além disso, a empresa reage ao início do funcionamento de compensação e liquidação da Nova Câmera (clearing). A Nova Câmera, nessa primeira etapa, serão migrados para a nova clearing as operações dos mercados e futuros – envolve operações no mercado de derivativos financeiros, commodities e mercado de ouro ativo financeiro.
Veja as 10 ações para monitorar na abertura desta segunda-feira