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SÃO PAULO – Os principais contratos futuros sobre índices de ações dos EUA operam instáveis nesta terça-feira (22), não repetindo o bom desempenho observado nas últimas sessões. A agenda escassa de indicadores prometer manter as atenções do mercados voltadas para o cenário externo, mais uma vez com notícias sobre Líbia e Japão dando o tom.
| Índice | Pontos | Valor justo | Deve abrir em |
| S&P 500 | 1.292,30 | 1.293,56 |
-0,06%
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| Nasdaq | 2.256,75 | 2.261,71 | +0,10% |
Os conflitos na Líbia seguem sem uma solução aparente no curto prazo, mesmo com bombardeios de grandes potenciais para impor uma zona de exclusão aérea no país.
Líbia segue tensa mas petróleo recua
Entretanto, os conflitos por terra se mantém intensos, com tropas leais a Muammar Khaddafi buscando a retomada do controle de cidades no leste do país, o que levou o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), autorizar o emprego de “todos os meios necessários” para proteger os civis da violência.
Apesar da tensão, a forte alta do petróleo na última sessão minimiza os efeitos sobre a cotação nesta sessão. O barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, é negociado a US$ 114,66, leve baixa de 0,26%. Já no mercado de Nova York, o barril está cotado a US$ 102,02, configurando uma baixa de 0,30% frente ao fechamento anterior.
Diminui risco de acidente nuclear
Com o país ainda calculado prejuízos da catastrofe do último dia 11, o índice Nikkei, principal da bolsa de Tóquio apresentou maior variação positiva na comparação com os principais mercados, tendo fechado em alta de 4,36%.
O desempenho favorável foi impulsionado pelo com o sucesso da instalação dos cabos de alta tensão responsáveis como parte do plano para restaurar a eletricidade na unidade, resfriar os reatores e conter os riscos de vazamento radioativo.