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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram 0,8%, ou 2,6 milhões de barris, no período de 22 a 28 de janeiro, atingindo o patamar de 343,2 milhões de barris. Os dados foram anunciados nesta quarta-feira (2) pelo Departamento de Energia.
O aumento ficou em linha com as estimativas dos analistas, que eram de acréscimo aos estoques de 2,5 milhões de barris, de acordo com projeções compiladas pela Bloomberg.
Ainda segundo o relatório, as refinarias norte-americanas operaram com 84,5% de sua capacidade operacional total, avanço em relação ao patamar registrado na semana anterior, de 81,8%.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 28/1/2011 | Semana até 21/1/2011 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 343,2 | 340,6 | +0,8% |
| Gasolina | 236,2 | 230,1 | +2,7% |
| Derivados | 164,1 | 165,7 | -1,0% |
| Óleo para calefação | 39,2 | 42,0 | -6,7% |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 28/1/2011 | Semana até 29/01/2010 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 343,2 | 329,0 | +4,3% |
| Gasolina | 236,2 | 228,1 | +3,6% |
| Derivados | 164,1 | 156,5 | +4,8% |
| Óleo para calefação | 39,2 | 42,0 |
-6,8% |
Cotações
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 101,69 nesta quarta-feira, leve alta de 0,21% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho positivo dessa sessão, o petróleo acumula alta de 0,67% neste mês de fevereiro. Por sua vez, a variação no ano fica positiva em 6,48%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 95,50 por barril em Londres.
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O contrato com vencimento em março de 2011, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 90,96 por barril, configurando uma alta de 0,30% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Como os EUA são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.