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SÃO PAULO – Os estoques de petróleo dos Estados Unidos avançaram 0,6%, ou 1,9 milhão de barris, no período de 29 de janeiro a 4 de fevereiro, atingindo o patamar de 345,1 milhões de barris. Os dados foram anunciados nesta quarta-feira (9) pelo Departamento de Energia.
O aumento ficou em linha com as estimativas dos analistas, que eram de acréscimo aos estoques de 2,0 milhões de barris, de acordo com projeções compiladas pela Bloomberg.
Ainda segundo o relatório, as refinarias norte-americanas operaram com 84,7% de sua capacidade operacional total, avanço em relação ao patamar registrado na semana anterior, de 84,5%.
Variação semanal
| Em milhões de barris | Semana até 4/2/2011 | Semana até 28/1/2011 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 345,1 | 343,2 | +0,6% |
| Gasolina | 240,9 | 236,2 | +2,0% |
| Derivados | 164,4 | 164,1 | +0,2% |
| Óleo para calefação | 38,6 | 39,2 | -1,3% |
Variação anual
| Em milhões de barris | Semana até 4/2/2011 | Semana até 5/2/2010 | Variação |
|---|---|---|---|
| Óleo Bruto | 345,1 | 331,4 | +4,1% |
| Gasolina | 240,9 | 230,4 | +4,5% |
| Derivados | 164,4 | 156,2 | +5,2% |
| Óleo para calefação | 38,6 | 43,5 |
-11,2% |
Cotações
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, atinge US$ 100,55 nesta quarta-feira, alta de 0,63% em relação ao último fechamento.
Apesar do desempenho positivo dessa sessão, o petróleo acumula leve baixa de 0,46% neste mês de fevereiro. Por sua vez, a variação no ano fica positiva em 5,29%, já que a commodity encerrou o ano passado cotada a US$ 95,50 por barril em Londres.
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O contrato com vencimento em março de 2011, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, opera a US$ 87,58 por barril, configurando uma alta de 0,74% frente ao fechamento anterior.
Entenda o relatório de estoques
Elaborado pelo DOE (Department of Energy), o relatório de estoques é divulgado usualmente a cada quarta-feira. Como os EUA são os maiores consumidores e importadores mundiais de óleo bruto, suas relações de oferta e demanda exigem acompanhamento de perto pelo mercado.
Vale ressaltar que – outras variáveis à parte – um aumento dos estoques norte-americanos alivia a pressão sobre os preços internacionais do petróleo. Já em caso de queda das reservas, a tendência é de alta nas cotações.