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13h43: Santander
As ações do Santander (SANB11) lideram as perdas do Ibovespa nesta tarde, com queda de 2,49%, a R$ 15,30. Na máxima do dia, os papéis chegaram a cair 3,70%, a R$ 15,11.
13h39: TIM
As ações da TIM (TIMP3, -0,08%, R$ 12,44) praticamente zeram as fortes perdas desta manhã, quando chegaram a despencar 4%. Mais cedo, a empresa refletia a notícia de que o governo italiano estuda medida para bloquear uma venda eventual ou fragmentação da unidade brasileira da Telecom Italia, segundo três fontes familiarizadas com o assunto disseram à Bloomberg.
13h36: CPFL
As ações da CPFL Energia (CPFE3, +3,89%, R$ 33,94) lideravam neste momento os ganhos do Ibovespa. Em relatório, o Santander apontou que a companhia pode se beneficiar dos resultados favoráveis de consumo residencial e comercial de energia no Sudeste em maio (+3,4% e 8,4% na comparação anual, respectivamente), mas que parte desses ganhos podem ser ofuscados pelos custos de energia no curto prazo.
Ontem, as distribuidoras enviaram carta ao governo pedindo pelo adiamento do pagamento da energia adquirida no mercado de curto prazo no mês de maio. O prazo vence na semana que vem, nos dias 10 e 11 de julho, e as despesas atingem R$ 1,9 bilhão. As empresas alegam não ter recursos para pagar essas despesas.
No mesmo sentido, as ações de outras empresas do setor de energia apresentam alta hoje: Light (LIGT3, +2,95%, R$ 21,31), Energias do Brasil (ENBR3, +2,87%, R$ 10,75) e Eletropaulo (ELPL4, +2,33%, R$ 10,53).
No caso da Eletropaulo, reflete nas ações da empresa o reajuste das tarifas pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) divulgado ontem. O efeito médio a ser sentido pelos consumidores será de 18,66%.
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11h03: Oi
Depois de fortes quedas, as ações da Oi (OIBR4, +1,70%, R$ 1,79) registram ganhos nesta manhã. Os controladores da operadora de telecomunicações brasileira estão pressionando a Portugal Telecom para encontrar uma solução para a crise gerada pela descoberta de um investimento de quase 900 milhões de euros feitos na Rioforte, holding do Grupo Espírito Santo (GES), empresa que passa por dificuldades financeiras. Os sócios brasileiros nem cogitam a hipótese de arcar com uma possível perda gerada pela transação e, segundo fontes, já decidiram que se o prejuízo ocorrer irão cobrar uma redução da fatia do grupo português na CorpCo, empresa que surgirá da fusão entre as duas operadoras.
10h52: BRF
As ações da BRF (BRFS3, -0,85%, R$ 53,94) caem neste pregão. Ontem, a empresa informou a assinatura de oferta vinculante com os acionistas da Al Khan Foodstuff, sua atual distribuidora de produtos no Sultanato de Omã, para adquirir 40% de participação no capital social da AKF. Em comunicado, a empresa disse que a nova aquisição está em linha com o plano estratégico da BRF de internacionalizar a companhia, acessando mercados locais, fortalecendo as marcas, distribuição e expandindo seu portfólio de produtos no Oriente Médio.
10h21: ex-OGX
As ações da Óleo e Gás Participações, ex-OGX (OGXP3), sobem 5,26%, a R$ 0,20. A petroleira informou que iniciou a produção no terceiro poço do campo de Tubarão Martelo, localizado nos blocos BM-C -39 e BM-C-40, através do poço horizontal TBMT-2HP. Segundo comunicado, “o início da produção do quarto poço no referido campo se dará após a finalização da completação superior do mesmo”. A companhia ressaltou que a ampliação do projeto de Tubarão Martelo contribui para e viabilidade de sua recuperação financeira, bem como para o sucesso de sua reestruturação
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10h17: Kroton
No dia em que Kroton (KROT3) e Anhanguera viram um só papel na Bolsa, as ações KROT3 sobem 1,78%, R$ 60,64. Os papéis da Anhanguera se despediram ontem da Bovespa após aprovação pelos acionistas do acordo para a fusão com a Kroton. Pela proposta, os acionistas da Kroton receberão 65% da empresa resultante e os acionistas da Anhanguera os 33,5% restantes.
10h09: Copel
A distribuidora de energia Copel (CPLE6, +1,35%, R$ 33,11) vê suas ações subirem hoje também com notícia de reajuste. O conselho de administração da empresa aprovou ontem o encaminhamento à Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) de pedido de aplicação de reajuste médio para a Copel Distribuição de 24,86%, retroativamente a 24 de junho, e para que seja diferido o restante do porcentual remanescente a ser contemplado no processo de reajuste tarifário do próximo ano.