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14h26: MRV
Em meio à expectativa de que a presidente Dilma Rousseff anuncie a 3ª fase do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, as ações da MRV Engenharia (MRVE3) registram ganhos de 3,50%, a R$ 6,80, nesta sessão. A meta do governo é elevar a contratação de crédito para chegar a 4 milhões de casas e apartamentos até o fim de 2015. O Minha Casa, Minha Vida contabiliza, em sua 2ª fase, 2,7 milhões de unidades contratadas e deve fechar este ano com 3 milhões de habitações financiadas. Para a XP Investimentos, as empresas mais beneficiadas com esse possível anúncio seriam a MRV e Direcional (DIRR3, +0,84%, R$ 10,79).
14h22: CSN
As ações da CSN (CSNA3) acentuam os ganhos nesta tarde e registram valorização de 5,18%, sendo cotadas R$ 9,13, figurando na melhor posição do Ibovespa. O desempenho ocorre após a empresa anunciar seu terceiro programa de recompra de ações no ano, que prevê a aquisição de até 53.326.161 ações. Nos primeiros programas, a empresa recomprou 70,2 milhões e 67,9 milhões de papéis. O volume dessa terceiro recompra representa pouco mais de 10 dias de negociação do papel, considerando a média de negociação nos últimos 21 dias. Segundo a XP Investimentos, evento deve chamar atençaõ dos investidores para o ativo, mas não deve ser motivo de grandes reações uma vez que a empresa ainda segue repercutindo dados da atividade industrial e econômica muito fracos em abril e que já tem motivado fortes realizações nas ações das siderúrgicas como um todo.
12h20: OGPar
As ações da OGPar (OGXP3), a antiga OGX Petróleo, ganham destaque nesta sessão, com valorização de 12,50%, sendo cotadas a R$ 0,18. Vale mencionar que esse desempenho representa apenas R$ 0,02 a mais da cotação do fechamento anterior.
A empresa reflete hoje a nova versão do seu plano de recuperação judicial, encaminhado à 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. O ponto principal da proposta segue o mesmo: uma injeção de US$ 215 milhões em novos recursos para sustentar as operações da companhia. Entre as alterações está a polêmica cláusula que desobrigava o controlador Eike Batista a aportar US$ 1 bilhão (a chamada “put option”) na empresa. Na primeira versão, o empresário era totalmente desobrigado de honrar o contrato. Agora, o documento diz apenas que os credores reconhecerão a plena validade e eficácia do resultado de um procedimento instaurado pela companhia e o controlador para definir se a “put” pode ou não ser cobrada.
Outra mudança é que o pagamento aos fornecedores será feito em até três parcelas, no valor mínimo de R$ 10 mil cada. Antes, o pagamento do crédito seria feito até R$ 30 mil em dinheiro, em 12 parcelas a partir de 30 de janeiro de 2015. Além disso, a possibilidade da venda de ativos da petroleira na Colômbia passou a constar no plano e uma terceira série de debêntures do empréstimo DIP (debtor in possession), no valor de US$ 90 milhões também estão no novo texto. Por fim, consta ainda no plano um empréstimo adicional de US$ 73,2 milhões obtido pela OGX para financiar exportações e pagar seus custos e despesas. O novo plano mantém a configuração final prevista após a reestruturação da companhia. Os credores irão representar 90% da empresa, os minoritários atuais ficarão com uma fatia de 4,98%, a Centennial, controlada por Eike, terá 5,02%, e o empresário como pessoa física com apenas uma ação.
11h00: General Shopping
Fora do Ibovespa, ganham destaque as ações do General Shopping (GSHP3), que caem 7,22%, a R$ 8,74, nesta sessão depois de terem subido 34,96% nos últimos dois pregões. Na semana passada, um relatório da Ágora/Bradesco afirmou que o balanço ficou em linha com as estimativas, mas que recomendava compra das ações, com destaque para o potencial valorização de 228% para este ano.
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Aliado a isso, uma postagem feita hoje na coluna de Geraldo Samor, da Veja Online, falou sobre a possibilidade da empresa anunciar a recompra de seus títulos no mercado internacional, que atualmente corroem o resultado financeiro da companhia com juros de 12% ao ano em dólares.
10h51: Bancos
As ações dos bancos operam no negativo nesta sessão, com destaque para Itaú Unibanco (ITUB4, -0,64%, R$ 35,56), Itaúsa (ITSA4, -0,68%, R$ 8,72), Bradesco (BBDC3, -0,30%, R$ 33,77; BBDC4, -0,52%, R$ 22,33) e Banco do Brasil (BBAS3, -0,27%, R$ 22,34). A exceção ficava com as units do Santander (SANB11), que operavam em alta de 0,73%, a R$ 15,10. O banco é o menos exposto ao julgamento dos planos econômicos.
Segundo a XP, os bancos merecem atenção redobrada essa semana devido ao julgamento dos planos econômicos no STF (Supremo Tribunal Federal), que está agendado para a próxima quarta-feira (28), porém pode ser adiado novamente. De acordo com fontes, existe um esforço da Febraban e do Banco Central para tentar convencer os ministros da necessidade de mais tempo para avaliar os valores envolvidos e a procedência do tema, principalmente após o STJ (Supremo Tribunal de Justiça) ter dado ganho aos poupadores em relação ao juro de mora.
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10h17: Oi
Ganha destaque na ponta positiva do Ibovespa as ações preferenciais da Oi (OIBR4), que subiam 2,59%, a R$ 1,98. Fora do índice, as ordinárias OIBR3 registravam valorização de 1,97%, a R$ 2,07. A alta ocorre após a empresa ter saído da “lista negra” da agência de classificação de risco Standard & Poor’s para um possível corte da nota no curto prazo. Em comunicado, a S&P reiterou a nota da empresa em “BBB-” na escala global – um grau acima do nível especulativo -, com perspectiva negativa.