Em queda, bolsas na Europa sofrem com declínio de ações de bancos

Produtoras de commodities também sofrem pressão, com temor de que BC chinês intensifique restrição ao crédito

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Bolsas européias operam sem tendência definida SÃO PAULO – Os principais índices acionários europeus operam em queda nesta sexta-feira (26), pressionados por novos temores sobre a dívida de países da região, levando a cabo as ações de empresas do setor financeiro.

Revivendo os temores de desestabilização do setor financeiro, as ações do setor financeiro lideram as perdas no continente. Destaque para os papéis do Barclays, com perdas de 1,9%, e do Lloyds, cuja queda atinge 2,6% em Londres.

   %Var Dia   Pontos   %Var 30D   %Var Ano 
 DAX 30 -0,69 6.832 +4,02 +14,68 
 FTSE 100 -0,94 5.645 -0,01 +4,29 
 CAC 40 -1,34 3.710 -2,77 -5,75 
 SMI -0,40 6.476 -0,05 -1,06 
 FTSE MIB -1,38 19.671 -7,43 -15,39 

Os papéis de produtoras de commodities também sofrem pressão, em meio a temores de que a autoridade monetária chinesa intensifique suas medidas de restrição à expansão do crédito no país, buscando combater a inflação. Assim, papéis da Rio Tinto e da Anglo American caem 2,3% e 1,7%, respectivamente. 

Profecia
Assim como em relação a Grécia e Irlanda, crescem os rumores de que o governo de Portugal pedirá ajuda ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e ao EFSF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira), prontamente negados pelo governo de Lisboa.

Segundo o jornal alemão Financial Times Deutschland, os países da Zona do Euro têm pressionado o governo português a solicitar um pacote de ajuda do EFSF, a fim de reduzir as pressões sobre a moeda.

Os temores mantém os papéis da dívida portuguesa pressionados, dificultando ainda mais a capacidade do país ibérico em captar recursos junto ao mercado.

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