Publicidade
SÃO PAULO – Esta quinta-feira (10) foi marcada por diversas companhias divulgando seu relatório de posição consolidada referente ao mês de março. Entre as diversas empresas que tiveram grandes movimentações de sua diretoria e do conselho de administração no mês passado está a Ambev (ABEV3), que viu seu conselho comprar 3.686.400 ações da empresa, movimentando R$ 61.241.719.
Os negócios foram feitos entre os dias 6 e 31 de março e foram todos realizado por intermédio do Brasil Plural. A maior compra foi realizada no dia 26, quando foram adquiridos 302.600 papéis, ao valor de R$ 16,65, o que gerou um valor total de R$ 5.038.290 no negócio.
Enquanto isso, a diretoria da companhia fez quatro movimentações de venda de ações entre os dias 10 e 28 do mês passado. Como resultado, os líderes da Ambev se desfizeram de 27.600 ações da companhia, movimentando no total R$ 469.651. Já o conselho fiscal da empresa realizou apenas uma movimentação em março, comprando 3.000 papéis no dia 10 ao preço de R$ 16,23 – o que representa um total de R$ 48.690.
Banco do Brasil
Já o Banco do Brasil (BBAS3) viu seus controladores venderem 896.508 ações da companhia entre os dias 12 e 19 de março, o que movimentou um valor em torno de R$ 17 milhões. Os preços de vendas dos ativos nas negociações oscilaram entre R$ 18,70 – no dia 18 – e R$ 19,50 – no dia 13 de março.
Nos negócios, foram utilizadas 7 corretoras diferentes: Concórdia, XP Investimentos, Renascença, Flow, Convenção, Capital e Itaú Corretora. A maior venda foi feita no dia 13 de março, com 50.000 ações sendo vendidas ao preço de R$ 19,30, movimentando R$ 965 mil.
Enquanto isso, a diretoria da companhia vendeu 23.712 papéis do banco utilizando a BB Corretora entre os dias 11 e 25 de março. Com a maior movimentação do período, no dia 21 foram feitas 3 vendas de um total de 8.711 ações, no total de R$ 172.890,62.
Continua depois da publicidade
As empresas precisam, obrigatoriamente, publicar o documento CVM 358 de posição consolidada todo mês. Esse tipo de informação está disponível no site de Relação com Investidores de cada companhia, onde ela precisa informar se sua diretoria, conselho de administração, conselho fiscal ou algum órgão técnico adquiriu ou vendeu papéis de emissão própria.