Bolsas dos EUA operam em queda, após dados de consumo abaixo do esperado

Gasto do cidadão ficou estável em abril, enquanto mercado previa alta de 0,3%; núcleo do PCE e renda pessoal subiram

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SÃO PAULO – As bolsas de valores dos Estados Unidos abrem em queda, após a divulgação de dados de consumo abaixo do esperado. Nesta sessão, ainda são avaliados números de confiança e atividade industrial.

   %Var Dia   Pontos   %Var 30D   %Var Ano 
 Dow Jones -0,31 10.228 -7,40 -1,92 
 S&P 500 -0,36 1.099 -7,75 -1,44 
 Nasdaq -0,44 2.268 -8,25 -0,06 

O Departamento de Comércio divulgou que o núcleo do índice de preços PCE (Personal Consumption Expenditures), um dos mais observados pelo Banco Central norte-americano, registrou alta de 0,1% durante o mês de abril, em linha com as expectativas do mercado. O índice também ficou estável ante o resultado de março.

Já a renda dos norte-americanos avançou 0,4%, também em linha com a expectativa do mercado e com a leitura do mês anterior. Por sua vez, os gastos da população não apontaram variação em abril, decepcionado expectativas dos analistas de um avanço de 0,3%. No mês anterior, a alta foi de 0,6%.

Mais indicadores
A confiança do consumidor norte-americano, medida pela Universidade de Michigan, subiu para 73,6 pontos, acima dos 73,2 esperados. Já o Chicago PMI, que mede a atividade industrial da região, atingiu 59,7 pontos, abaixo das expectativas, de 60 pontos. 

Destaques
As ações da Apple subiam perto de 2%, com o sucesso de vendas do iPad, que somaram 1 milhão nos Estados Unidos menos de um mês após o lançamento. O produto está agora disponível na Austrália, no Canadá, no Japão e em seis países europeus. 

Os papéis da AIG também operavam no território positivo, enquanto a seguradora britânica Prudential tenta negociar o preço de US$ 35,5 bilhões acertado para a compra de uma unidade da norte-americana na Ásia, por pressão dos acionistas, que considerem a oferta muito cara.

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Já os papéis da Exxon Mobil e da Chevron invertiam os ganhos sugeridos antes da abertura e cediam 0,6% e 1% respectivamente, acompanhando o petróleo, que reduzia a alta do início da manhã.