Publicidade
SÃO PAULO – As bolsas de valores dos Estados Unidos abriram em queda nesta terça-feira (13), pressionadas pelo aumento maior que o esperado do déficit comercial do país. O início da temporada de divulgação de resultados com números decepcionantes da Alcoa também favorecia o desânimo dos investidores.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Dow Jones | -0,15 |
10.989 | +3,43 |
+5,38 |
| Nasdaq | -0,16 |
2.454 | +3,64 |
+8,14 |
| S&P 500 | -0,20 |
1.194 | +3,84 |
+7,09 |
O déficit na balança comercial norte-americana aumentou no mês de fevereiro para US$ 37,3 bilhões, ante US$ 39,7 bilhões no mês anterior. Analistas esperavam saldo negativo de US$ 38,5 bilhões.
Início fraco
A Alcoa divulgou na segunda-feira que reduziu o prejuízo líquido para US$ 201 milhões, ou US$ 0,20 por ação, no primeiro trimestre, ante US$ 497 milhões, ou US$ 0,61 por papel, no mesmo período do ano passado.
A receita da produtora de alumínio, entretanto, desagradou o mercado, com as vendas somando US$ 4,89 bilhões, ao passo que os analistas esperavam um montante em torno de US$ 5,23 bilhões. As ações da empresa caíam quase 2%.
Nesta sessão, é a vez da Intel divulgar seu balanço após o fechamento do mercado.
China
Em visita a Washington na segunda-feira, o presidente chinês, Hu Jintao, disse ao presidente norte-americano, Barack Obama, que a China seguirá seu próprio caminho na reforma de sua política cambial e que não cederá a pressões, embora tenha admitido que uma flexibilização de sua moeda é possível.
Continua depois da publicidade
Nos últimos meses, os países têm trocado farpas em torno de uma disputa comercial, provocada pela manutenção do patamar do yuan. Os EUA defendem que o fato de a China não permitir a valorização da moeda tem pressionado o déficit comercial e prejudicado o mercado de trabalho norte-americano.
Grécia
A Grécia vendeu € 1,56 bilhão de títulos públicos, superando a previsão inicial de vendas de € 1,2 bilhão. É a primeira venda de papéis desde a definição do pacote de resgate ao país pelos ministros das Finanças da Zona do Euro.