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SÃO PAULO – Em dia positivo aos principais mercados internacionais, o indicador de risco-País encerrou a sessão desta quinta-feira (29) em alta de quatro pontos-base, atingindo 189 pontos. O destaque da sessão ficou por conta de números atualizados do mercado de trabalho norte-americano e a repercussão da alta nos juros brasileiros.
Na agenda dos Estados Unidos, o número de pedidos de auxílio-desemprego reportados nos EUA na última semana ficou acima das expectativas do mercado. No período, o Initial Claims registrou um total de 448 mil novos pedidos, desempenho pior que o esperado pelos analistas, cujas projeções giravam em torno de 445 mil.
Por aqui, os investidores também repercutiram a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) em elevar a taxa básica de juros do Brasil em 75 pontos-base para 9,50% ao ano. A decisão foi um pouco mais agressiva do que a opinião da maior parte dos analistas, que via como mais provável um aumento de 50 pb, embora também não descartasse um início de ciclo de aperto monetário com uma elevação mais brusca da Selic. Esta é a primeira vez desde setembro de 2008 que o juro sobe.
Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em alta de 0,14% na noite desta quinta-feira, cotado a 133,80 centavos de dólar.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 189 pontos-base.
Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
|---|---|---|---|
| Global 40 | 133,80 | 133,60 | +0,14 |