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SÃO PAULO – Em dia instável nos mercados internacionais, o indicador de risco-País encerrou a sessão desta segunda-feira (15) estável em relação ao fechamento anterior. A pauta do dia contou com a divulgação de importantes indicadores na economia norte-americana, além da expectativa para o Fed.
A produção industrial norte-americana de fevereiro apresentou um avanço de 0,1%, superior à ausência de variação esperada pelo mercado. Os dados foram divulgados pelo Federal Reserve e mostraram desaceleração do ritmo de crescimento em relação à alta apurada em janeiro, 0,9%. Já a capacidade industrial utilizada atingiu 72,7%, superior às expectativas de mercado e ao índice de dezembro, ambos de 72,5%.
Também tomou a pauta a declaração da agência de classificação de riscos Moody’s sobre os Estados Unidos e o Reino Unido estarem se aproximando “substancialmente” de perder seus ratings AAA, conforme os custos de rolagem de suas dívidas públicas tendem a se expandir.
No mais, os investidores operaram na expectativa pela decisão do Federal Reserve acerca do futuro da taxa básica de juros norte-americana, atualmente estabelecida em seu menor patamar histórico (entre 0% e 0,25% ao ano). O consenso de mercado volta para uma nova manutenção da Fed Funds Rate.
Global 40
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, encerrou em baixa de 0,47% na noite desta segunda-feira, cotado a 135,35 centavos de dólar.
Refletindo o desempenho dos principais títulos da dívida externa brasileira, o indicador de risco Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan encerrou a 186 pontos-base.
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Confira abaixo as cotações dos principais ativos da dívida externa brasileira:
| Ativo | Último | Fech. Anterior | Var % |
|---|---|---|---|
| Global 40 | 135,35 | 136,00 | -0,47 |