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SÃO PAULO – Nesta sexta-feira (19), as bolsas europeias operam em ligeira alta, ao contrário dos mercados futuros dos EUA, que não apresentam tendência qualquer. As cotações do petróleo e do ouro recuam, favorecendo o dólar, que se valoriza frente às principais divisas do mundo: iene, euro e libra esterlina.
Nos EUA, ocorrerá o Quadruple Witching, em que quatro vencimentos importantes ocorrem de maneira simultânea: contratos futuros de índices acionários, contratos futuros de ações, opções sobre índices e opções sobre ações.
Bye bye triplo A?
A Fitch Ratings avalia que a crise financeira e a recessão resultaram na deterioração dos ratings de crédito “AAA” de países, como Reino Unido e EUA. Conforme a agência, três quartos de investidores consultados no mês passado na Europa esperam que a qualidade do crédito desses países se deteriore nos próximos 12 meses.
Sem munição
Como um déjà vu prestes a acontecer, Jim Rogers – presidente da Rogers Holdings – aposta que haverá um novo tombo na economia norte-americana. “Nós teremos uma nova recessão, eu te garanto […] em 2012 eu diria, o tempo da recessão”, completa o investidor, em entrevista à rede televisiva CNBC. “A próxima recessão será pior pois nós já atiramos todas nossas balas”, conclui Rogers, que diz não ter comprado ações desde novembro de 2008.
Movimento ascendente
Análise técnica de Kevin Lane, da Fusion IQ, aponta que o índice S&P 500 superou a resistência de 1.150 pontos e agora busca a próxima barreira, na casa dos 1.200 pontos. “Apesar de poder haver alguns tombos ou inércia no caminho, concordamos que deverá haver pelo menos um movimento ascendente, a ser guiado pelos investidores que anteriormente evitaram os mercados”, diz Lane.
Por aqui
No Brasil, destaca-se o início das negociações das ações da Renova Energia, referentes à sua oferta primária de papéis. Além disso, olhos atentos aos seguintes resultados: Copel, Petrobras e General Shopping – a serem divulgados após o fechamento do mercado.
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Por fim, as seguintes empresas realizarão teleconferência com seus acionistas: Cyrela CP (10h00), Brookfield (10h00), Embraer (10h30) e Tegma (11h00).