InfoTrade: Vale confirma fundo intermediário e Itaú abre espaço para um repique

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SÃO PAULO, 03 de novembro de 2017 (sexta-feira)

No InfoTrade de hoje, destaque para as ações da Vale (VALE3), que confirmaram fundo intermediário e possuem força para testar a faixa de R$ 34,00, enquanto os papéis do Itaú Unibanco (ITUB4) sugerem um repique após cinco pregões consecutivos de queda.

Confira as análises:

Ibovespa
-0,65% 73.823
Resistências: 74.310 / 74.865 / 75.180

Suportes: 73.420 / 73.125 / 72.160

Confirmando a força de venda em 75.180 pontos, vide as sombras superiores dos dois últimos candles, o Ibovespa deixou para trás a média móvel de 50 dias e encerrou o pregão na mínima, abrindo caminho para o objetivo do pivô de baixa em 73.420 pontos, já muito próximo de 73.125 pontos, principal suporte de curto prazo. O teste desta região deve resultar em um repique e que tem como objetivo justamente 75.180 pontos. A expectativa negativa somente será anulada com o rompimento da média móvel exponencial de 21 dias, que já apresenta inclinação negativa. 
Dólar Futuro
-0,12% 3.280
Resistências: 3.306 / 3.322 / 3.338
Suportes: 3.269 / 3.238 / 3.212
Confirmando a força de venda presente no gap aberto (círculo vermelho) entre 3.306 e 3.322 pontos, o ativo encerrou o dia com um novo candle indefinição, mas nada que altere a tendência de alta engatilhada no curtíssimo prazo. Enquanto seguir acima de 3.238 pontos permanece a expectativa pelo rompimento de 3.322 pontos e o teste de 3.444 pontos, patamar que abriu venda em julho deste ano e principal objetivo de curto prazo.
Petrobras (PETR4)
+0,78% R$16,90
Resistências: R$17,18 / R$17,61 / R$18,06
Suportes: R$16,65 / R$16,29 / R$16,12
Em vista da sequência de candles de indefinição formados e o IFR (Índice de Força Relativa) na faixa de 70 (sobrecompra), a estatal apresenta um setup gráfico de reversão no curtíssimo prazo, mas nada que altere a expectativa positiva no curto prazo. Caso confirme a perda de R$ 16,65 e, por consequência, o topo intermedário em R$ 17,18, o trader deve ficar atento para buscar uma nova compra em R$ 16,29 (último topo rompido), onde o papel tomará novo impulso para superar a resistência citada e finalmente buscar R$ 17,61, ponto que abriu venda para o papel em 1º de novembro do ano passado. A expectativa positiva somente será anulada com a perda da média móvel exponencial de 21 dias.
Vale (VALE3)
+2,24% R$32,82
Resistências: R$32,93 / R$33,90 / R$34,15
Suportes: R$31,71 / R$31,10 / R$30,73
Com um gap de alta e volume acima da média, a mineradora confirmou a expectativa de recuperação após o teste de R$ 31,71, mas a retomada da tendência de alta no curto prazo dependerá do rompimento de R$ 33,90, o que culminará em um pivô de alta e o retorno para R$ 35,73, topo intermediário cravado em setembro deste ano. Do contrário, seguindo com sua consolidação e perdendo R$ 31,71, o caminho estará aberto para o fechamento do gap em R$ 31,10, onde poderá oferecer uma boa oportunidade de compra.
Itaú Unibanco (ITUB4)
-1,68% R$42,05
Resistências: R$42,53 / R$43,20 / R$43,78

Suportes: R$41,25 / R$40,47 / R$40,19

Completando a quinta sessão consecutiva de queda, tendência negativa que foi sacramentada com a perda de R$ 43,20 e a confirmação de um pivô de baixa, o banco encerrou o pregão na mínima e voltou para R$ 41,25, patamar que deve ser acompanhado de perto pelo trader. Por conta do candle totalmente fora da banda inferior de Bollinger e o IFR na faixa de 30 (sobrevenda), fica a expectativa de ao menos um repique no intraday para dar um “alívio” para os indicadores técnicos, mas nada que altere a tendência de baixa principal, que tem como objetivo próximo alvo o fundo cravado em R$ 40,19. O cenário de correção somente será anulado com o rompimento de R$ 43,20.
Gráfico do Dia: CCR (CCRO3)

-1,54% R$17,92

Resistências: R$18,59 / R$18,87 / R$19,50
Suportes: R$17,84 / R$17,71 / R$17,44
Recomendação de compra aberta em 11 de outubro (veja mais aqui), quando superou R$ 17,44, o papel não capaz de confirmar o rompimento de R$ 18,87 como o projetado, mas nada que altere até então o cenário positivo. A manutenção da média móvel de 50 dias e o OBV próximo da máxima, apontando o domínio dos comprados, garantem o viés de alta e a expectativa pelo rompimento do topo, o que irá gerar um pivô de alta e que tem como objetivo R$ 20,20. O stop loss segue na confirmação da perda do fundo cravado em R$ 16,73. 

 O analista responsável é Rafael Ribeiro (CNPI-T EM-946), com supervisão de Thiago Salomão (CNPI-P EM-1399).

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