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SÃO PAULO – A CSN (CSNA3) anunciou que seu Conselho Administrativo aprovou a separação da unidade destinada à produção de minério e do segmento de logística.
A movimentação, que para o Barclays era largamente esperada pelo mercado, é positiva, pois acrescenta visibilidade às operações da empresa e abre caminho para um possível IPO destas unidades.
A instituição aposta que farão parte desta unidade de negócios a mineradora Casa de Pedra, o porto de Itajaí, a Namisa e a MRS. No entanto, a CSN ainda não deu detalhes sobre a operação, que deve acontecer no primeiro trimestre de 2010.
O banco acredita que a CSN está “relativamente barata” sob todos os ângulos: investidores estão precificando as ações da companhia na expectativa de crescimento da divisão de minério de ferro, e por isso não há motivos para dar visibilidade somente para dados já consolidados.
Se comparada a ativos de outras siderúrgicas, como Usiminas e Gerdau, a CSN está sendo negociada em bases atrativas.
Razões para ficar de olho na CSN
O Barclays classifica os papéis da CSN como overweight e continua a mantê-los como Top Pick entre as siderúrgicas da América Latina, com preço-alvo de R$ 70,00.
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O cenário positivo delimitado pelo banco prevê tendência de alta nos preços de minério de ferro; boa habilidade em manter custos; possibilidade de aumento do market share dentro da indústria de aços planos no Brasil; possibilidade de IPO ou de venda de um pedaço estratégico da sua divisão de mineração; e, por fim, valuation atrativo.