Petróleo bate máxima em um mês após queda inesperada na produção

Às 8h30, a cotação do barril tipo WTI avançava 1,04%, a US$ 51,56, enquanto os do tipo brent ganhavam 0,96%, a US$ 54,69

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SÃO PAULO – As cotações do petróleo nos mercados internacionais atingiram nesta quarta-feira os maiores níveis em um mês. Os ganhos de 1% registrados nesta sessão se devem ao corte da produção no Mar do Norte e às expectativas de queda nos estoques norte-americanos, segundo o CNBC. Os dados referentes aos EUA serão conhecidos às 11h30.

Às 8h30, a cotação do barril tipo WTI avançava 1,04%, a US$ 51,56, enquanto os do tipo brent ganhavam 0,96%, a US$ 54,69. A alta nesta sessão leva a commodity para os níveis do início de 2017.

No Mar do Norte, a produção do campo de Buzzard teve uma redução de 180 mil barris por dia. Ele é considerado um “campo-chave” na região por abastecer o sistema “Forties”, o maior do Mar do Norte e uma das quatro principais fontes do tipo brent, “Essa diminuição mais que compensa o aumento da produção na Líbia”, afirmou Carsten Fritsch, do Commerzbank.

Além deste corte já confirmada, se as projeções se confirmarem, esta seria apenas a segunda vez no ano que os estoques dos EUA registrariam queda, uma sinalização importante de que os esforços da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) para cortar a produção e sustentar os preços estão finalmente surtindo efeito. Em maio, o cartel do petróleo decide se renova ou encerra o acordo por corte na produção do produto.