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SÃO PAULO – O dólar comercial conserva a trajetória observada na sessão anterior e inicia a quinta-feira (3) com baixa de 0,67%, sendo negociado a R$ 1,872. O clima nos mercados é mais calmo, diferente do pessimismo visto nos últimos pregões.
Jorgen Elmeskov, economista-chefe da OCDE (Organização de Desenvolvimento e Cooperação Econômica), disse em entrevista à Reuters que a recessão da economia mundial está terminando mais rápido do que o esperado, ajudando a mitigar as preocupações com a recuperação.
Na China, Liu Xinhua, vice-presidente da Comissão Reguladora de Títulos, animou os investidores ao afirmar que os órgãos reguladores promoverão um mercado “estável e saudável” no país, acalmando os rumores sobre a possível formação de uma nova bolha.
Os papéis de todos os setores dispararam em Xangai e impulsionaram os negócios na Europa desde cedo, levando as bolsas de Londres e de Frankfurt a operarem no campo positivo. Por aqui, o Ibovespa iniciou o dia com alta de 0,7%, em linha com o panorama externo.
Economia brasileira
No Brasil, o cenário conta com novos dados sobre a indústria nacional, diante da divulgação da Pesquisa Mensal Regional do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O panorama é completado ainda por comentários a respeito da decisão do Comitê de Política Monetária de manter a taxa Selic em 8,75% ao ano e dos números divulgados na véspera sobre o fluxo cambial. Por ora, o Banco Central monitora a cotação do dólar sem anunciar novas intervenções.
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Resultado acumulado
Com a
variação desta quinta-feira, a moeda norte-americana registra queda de 0,79%
neste mês de setembro e uma desvalorização de 19,81% desde o início do ano.