Vale fala sobre o futuro da Samarco após acidente; dados da Embraer e emissão da Cosan no radar

Confira os principais destaques da noite desta segunda-feira (11)
(Divulgação)
(Divulgação)

Publicidade

SÃO PAULO – A semana começou agitada no mercado e a noite desta segunda-feira (11) tem destaque para a Vale comentando o futuro do funcionamento da Samarco. Enquqanto isso, a Embraer divulgou seus dados de vendas do segundo trimestre. Confira os principais destaques corporativos desta noite:

Vale (VALE3; VALE5)
Em resposta a uma matéria da revista Exame, a Vale explicou em comunicado que a retomada das operações da Samarco depende da conclusão das análises pelos órgãos governamentais competentes com relação às soluções operacionais propostas pela companhia, para que esta possa então, uma vez obtidas as aprovações necessárias, dar prosseguimento à retomada das suas operações.

“Ainda existem incertezas sobre o intervalo de tempo necessário para o reinício das operações daquela empresa”, disse a mineradora. “Tão logo haja clareza necessária para a conclusão das análises, e caso seja constatado impacto relevante, a Vale procederá divulgação ao mercado, nos termos da legislação em vigor”, conclui a companhia em nota.

Viva do lucro de grandes empresas

Embraer (EMBR3)
A Embraer divulgou dados de vendas do segundo trimestre e confirmou a entrega de 26 jatos para o mercado de aviação comercial e o mesmo número de unidades para o de aviação executiva no período, sendo 23 jatos leves e 3 jatos grandes. Em 30 de junho, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) totalizava US$ 21,9 bilhões.

Segundo a companhia, o principal destaque do trimestre foi o primeiro voo do E190-E2, primeiro modelo da segunda geração da família de E-Jets de jatos comerciais. Além disso, a empresa destacou a assinatura de um pedido firme para 30 jatos E175 com opções de compra para outras 33 aeronaves do mesmo modelo pela Horizon Air. O valor do contrato é de US$ 2,8 bilhões.

Cosan (CSAN3)
O Conselho de Administração da Cosan autorizou a emissão de títulos adicionais no exterior, com valor máximo de até US$ 150 milhões e prazo de vencimento em 2027. Segundo comunicado da companhia, a remuneração terá taxa de até 7,25% ao ano.

Rodrigo Tolotti

Repórter de mercados do InfoMoney, escreve matérias sobre ações, câmbio, empresas, economia e política. Responsável pelo programa “Bloco Cripto” e outros assuntos relacionados à criptomoedas.