BB dispara até 8%, Usiminas desaba 18% e Estácio afunda 8% após balanço

Confira os principais destaques de ações da Bovespa nesta sexta-feira

Banco do Brasil (Foto: Divulgação/BB)
Banco do Brasil (Foto: Divulgação/BB)

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13h14: Banco do Brasil (BBAS3, R$ 22,95, +6,74%)
Dando continuidade ao “rali da Lava Jato”, as ações do Banco do Brasil – que figura como a terceira maior alta (+70%) do Ibovespa no mês – disparam e renovam máxima desde julho de 2015. Na máxima do dia, os papéis subiram 8,33%, a R$ 23,29. Os demais bancos seguem movimento, mas com altas mais amenas, com Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 32,50, +1,37%) e Bradesco (BBDC4, R$ 26,66, +3,13%). Por outro lado, Santander (SANB11, R$ 16,79, -0,06%) descola do setor e opera próximo da estabilidade, após ter batido no começo do mês sua máxima histórica na Bolsa.  

13h13: Vale (VALE3, R$ 14,06, +0,43%; VALE5, R$ 10,29, +1,58%)
Após cair por 3 pregões, as ações da Vale disparam nesta sexta-feira apesar da queda do minério de ferro, que caiu 1,4% no porto de Qingdao, na China, indo para US$ 57,09 a tonelada. Acompanham o movimento as ações da Bradespar (BRAP4, R$ 5,11, +2,82%) – holding que detém participação na mineradora.

13h12: Siderúrgicas
Após forte rali, as ações das siderúrgicas corrigem movimento nesta tarde e operam no negativo. Chamava atenção, no entanto, os papéis da Usiminas (USIM5, R$ 1,71, -18,96%) que viraram para forte queda depois de ter subido 123% em 6 pregões. O movimento é intensificado pelo comunicado da companhia de que não há qualquer decisão tomada sobre um eventual aumento de capital ou da implementação de qualquer outra alternativa para a injeção de recursos na companhia. O mercado especulava que a companhia pudesse fazer um aumento de capital de até R$ 1 bilhão, com decisão marcada para hoje, em reunião do conselho de administração e acionistas. 

As demais siderúrgicas operam entre altas e perdas nesta tarde, com as ações da CSN (CSNA3, R$ 7,35, +0,27%), Gerdau (GGBR4, R$ 5,28, -1,49%) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 2,04, -4,65%).  

11h00: Gol (GOLL4, R$ 3,44, +1,46%)
As ações da Gol dispararam 11% nos minutos iniciais de pregão em meio à notícia de que a Delta poderá fazer um aumento de capital na empresa, mas zerou ganhos após a assessoria de imprensa negar a informação. Segundo blog do Geraldo Samor, da Veja, a Delta fará um aumento de capital na Gol ao preço de R$ 4,80 a R$ 5,00 por ação. 

10h26: Lojas Americanas (LAME4, R$ 21,85, -3,91%)  
As ações da Lojas Americanas acentuam as perdas após balanço do 4° trimestre. A companhia 
encerrou o trimestre com lucro líquido de R$ 204,2 milhões, queda de 31,1% frente o mesmo período do ano anterior. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da empresa somou R$ 1,016 bilhão, avanço de 14,4% na mesma base de comparação.

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10h25: B2W (BTOW3, R$ 14,00, +0,86%)  
A B2W teve prejuízo líquido atribuído aos sócios controladores de R$ 17,2 milhões no quarto trimestre de 2015, revertendo lucro líquido de R$ 20,9 milhões em igual período de 2014. No ano de 2015 como um todo, o prejuízo foi de R$ 274,6 milhões, 68,2% superior ao prejuízo de R$ 163,3 milhões de 2014. 

10h40: Estácio (ESTC3, R$ 14,03, -8,00%)
As ações da Estácio afundam após resultado pior do que o esperado. A companhia mostrou lucro líquido de R$ 65,1 milhões no quatro trimestre, queda de 19,5% na comparação anual. O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) recuou 12,7% na mesma base de comparação, a R$ 116,2 milhões.

Segundo o BTG Pactual, a desalavancagem operacional do negócio começou a impactar os resultados, puxado por um ciclo de captação mais fraco no meio do ano (pior diluição de custos de professores). A provisão com devedores duvidosos também piorou, subindo 140 pontos base na comparação anual, não compensada por uma boa diluição de despesas de pessoal, disseram os analistas. Para o banco, 2016 deve ser um ano bastante desafiador, com pressão de margem considerando cenário de crescimento mais fraco. Após rali recente dos papéis (+26% nos últimos 30 dias), o BTG vê potencial de alta limitado na ação. 

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Além do resultado, a companhia anunciou em fato relevante a aquisição das Faculdades Unidas Feira de Santana, a Unisantana, por R$ 9,5 milhões. A Unisantana possui 1,5 mil alunos e 2,760 mil vagas totais autorizadas, informou a Estácio. A aquisição foi feita por meio da controlada da Estácio, a Sociedade Educacional Atual da Amazônia, que passa a deter a totalidade das cotas da mantenedora da Unisantana, a Sociedade Empresarial de Estudos Superiores e Tecnológicos Sant’ana Ltda. O valor da aquisição será pago em diferentes etapas. Do total, R$ 4,950 milhões são pagos à vista. Outros R$ 700 mil serão pagos em 90 dias e haverá ainda parcelas de R$ 1 milhão em 48 meses e R$ 2 milhões em 60 meses. A Estácio assume ainda R$ 850 mil em dívidas da Unisantana.

10h29: Embraer (EMBR3, R$ 22,22, +1,18%)
As ações da Embraer ‘respiram’ nesta sessão, após cair 27% em 8 pregões, renovando ontem sua mínima desde agosto de 2015. O movimento ocorre após o conselho de administração da Embraer aprovar a recompra de até 3 milhões de ações ON da companhia em circulação no mercado, correspondentes a 0,4% do total. A companhia também anunciou o pagamento de juros sobre capital próprio de R$ 0,04 por ação, valor que está sujeito à retenção de 15% referente a Imposto de Renda na fonte. Terão direito ao JCP os acionistas titulares de ações da Embraer em 21 de março. A partir do dia 22, os papéis passam a ser negociados ex-juros.

10h15: Braskem (BRKM5, R$ 24,47, +0,49%)
Segundo informações da Folha de S. Paulo, com uma dívida em atraso de cerca de R$ 10 bilhões que ameaça levar uma de suas empresas a pedir recuperação judicial, a Odebrecht está sendo pressionada a usar a petroquímica Braskem, sua joia da coroa, na renegociação com os bancos credores. Para renegociar a dívida da Agroindustrial e estender o prazo para pagamento, os credores querem que a Odebrecht dê em garantia ações da Braskem, segundo apurou a Folha.

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10h11: Petrobras (PETR3, R$ 9,58, -2,34%; PETR4, R$ 7,73, -3,27%)
As ações da Petrobras afundam após forte rali nos minutos finais do pregão da véspera. Na contramão, os preços do petróleo subiam lá fora. Neste momento, o contrato Brent registrava alta de 1,70%, a US$ 40,73 o barril.  

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