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SÃO PAULO – Reagindo à melhora no ânimo dos mercados, o dólar comercial inicia a terça-feira (21) rumo à sétima queda consecutiva, registrando o menor patamar desde 29 de setembro de 2008. Há pouco, a moeda era cotada a R$ 1,896, baixa de 0,42%.
A divulgação de resultados corporativos segue intensa nos EUA, com lucros maiores do que o esperado para a Caterpillar e a Coca Cola, que reportou ganhos ajustados de US$ 0,92 por ação, enquanto o mercado previa US$ 0,89 por papel.
Além da temporada de balanço, os investidores aguardam ansiosos o discurso de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, que poderá revelar novas perspectivas sobre o rumo da política monetária norte-americana e as medidas em relação à inflação.
Panorama interno
Algumas empresas brasileiras também já começam a divulgar seus resultados, dividindo a atenção do mercado com a agenda econômica. Entre as companhias mais comentadas, estão GVT e Brasil Ecodiesel.
A pauta de indicadores traz em destaque uma nova referência sobre a inflação interna, com os números da segunda prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercados), da Fundação Getulio Vargas.
O Banco Central acompanha a trajetória de queda do dólar em relação ao real, mas não confirma novas intervenções no começo da manhã. Na véspera, a autoridade monetária voltou a intervir, com novo leilão para compra de moeda no mercado à vista.
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Resultado Acumulado
Com a variação desta terça-feira, a moeda norte-americana registra queda de 3,52%
neste mês de julho e uma desvalorização de 18,96% desde o início do ano.