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SÃO PAULO – Para o Citigroup, a BP (British Petroleum) “perdeu uma oportunidade” quando abdicou da região do pré-sal brasileiro, dada a magnitude e a possível capacidade exploratória do campo de Tupi. “O gerenciamento pareceu altamente cético frente às possibilidades na bacia de Santos”, observam os analistas.
Cabe ressaltar que o CEO (Chief Executive Officer) da BP, Tony Hayward, afirmou no último mês que ainda detém interesse em participar do desenvolvimento dos depósitos do pré-sal. No entanto, segundo o porta-voz da companhia, não há planos para exploração de campos brasileiros, embora uma entrada posterior não seja totalmente descartada pela petrolífera do Reino Unido, caso o debute possa criar valor.
De olho nos recursos renováveis
Para a BP, a maior operação em território nacional envolve o principal concorrente dos derivados de petróleo: fabricação de etanol – para mercado interno e externo.
Diversificando suas operações, a British Petroleum planeja investir de US$ 5 bilhões a US$ 6 bilhões para estimular a produção de biocombustíveis, dado que o petróleo se tornará escasso no horizonte, por ser um recurso natural não renovável no curto prazo.