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SÃO PAULO – Diferentemente do observado no começo do dia, o dólar comercial opera de forma instável nesta quinta-feira (4), enquanto as bolsas de valores operam sem tendência definida. Há pouco, a moeda caia 0,56% e era negociada a R$ 1,95.
Ajudando a impulsionar os negócios na renda variável, a agenda diária ganha destaque nos EUA, com os indicadores Initial Claims e Productivity & Costs. O primeiro, relativo à semana encerrada em 30 de maio, esteve próximo às estimativas do mercado, enquanto o segundo – referente ao primeiro trimestre – foi melhor que o esperado.
A quinta-feira conta também com o anúncio feito pela Fitch, que reiterou logo cedo os ratings para a dívida pública do Reino Unido e dos Estados Unidos. A agência de classificação de risco destacou a força das duas economias e manteve a nota em “AAA”.
Sessão movimentada
Completando o panorama internacional, as autoridades monetárias da zona do euro e do Reino Unido, optaram por manter suas taxas básicas de juro em respectivos 1% e 0,5% ao ano. A decisão não surpreendeu boa parte dos analistas, que já aguardavam a postura.
O Banco Central brasileiro continua sem confirmar se realizará nova compra de dólares no mercado à vista, através da realização de leilões. Na última quarta-feira, a autoridade atuou pela décima nona vez consecutiva, adquirindo moeda à taxa de R$ 1,9675.
Por fim, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou o resultado da Pesquisa Industrial Produção Física – Regional, que revelou crescimento na produção da indústria em 7 das 14 regiões pesquisadas. Entre março e abril, a média nacional foi de 1,1%.
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Resultado acumulado
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,3000 na venda, representando um ágio de 17,71% em relação ao dólar comercial.