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A sessão começa com a promessa de avanço para as bolsas e commodities. O índice MSCI World com ações de 23 mercados desenvolvidos sobe mais de 1% durante esta manhã, enquanto o barril de petróleo supera os US$ 71 em Nova York.
Mercado internacional
A agenda norte-americana conta com referências sobre a balança comercial, estoques de petróleo, orçamento público, além do Livro Bege do Fed.
Segundo pesquisa internacional da Bloomberg, a confiança na economia global subiu pelo terceiro mês consecutivo. O índice apurado pela agência passou de 38,72 em maio para 43,57 em junho. Contudo, leituras abaixo dos 50 pontos ainda refletem pessimismo dominante.
Pelo noticiário corporativo, os investidores iniciaram os negócios com a informação de que a suprema corte norte-americana finalmente autorizou a venda de ativos da Chrysler para a Fiat. A transação deverá ser concretizada nesta sessão.
Na Europa, os principais índices acionários operam em alta em sessão marcada por movimentos no mercado petrolífero e expectativas por indicadores nos EUA.
Na Ásia, i índice Nikkei fechou com valorização nesta quarta-feira (10), impulsionado por companhias correlacionadas a commodities. Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em alta, assim como a bolsa de Xangai, sendo a última influenciada por metalúrgicas.
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A imprensa oficial chinesa mostra-se ressentida após a Rio Tinto negar recursos da Chinalco em prol de uma joint venture com a BHP. Um comentário na agência Xinhua classifica o ato como “perfídia” e diz que “a Chinalco já foi vista como o cavaleiro branco de uma Rio Tinto grata”.
No Brasil
No Brasil especula-se sobre a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), que atualiza a taxa Selic depois do fechamento do pregão. Após a divulgação do PIB (Produto Interno Bruto) melhor que o esperado na terça-feira, crescem os palpites de corte moderado no juro básico.
Divulgado hoje o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) referente ao primeiro decêndio de junho apontou inflação de 0,29%. Já o IPCA de maio registrou taxa de 0,47%.
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A agenda conta também a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil de maio.