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11h20: Via Varejo (VVAR11, R$ 4,64, +1,09%)
As ações da Via Varejo sobem apesar de balanço fraco do terceiro trimestre. A empresa mostrou prejuízo de R$ 46 milhões no terceiro trimestre, ante lucro líquido de R$ 216 milhões no mesmo período de 2014. O Ebitda ficou em R$ 45 milhões, queda de 91,3% contra um ano antes.
Segundo o BTG Pactual, o resultado veio mais fraco do que o esperado, com fraca performance de vendas (queda de 22,7% nas vendas líquidas), uma vez que as iniciativas para melhorar a receita líquida ainda não surtindo efeito (conversão da Lojas Ponto Frio em Casas Bahia e fechamento de outras lojas). Além disso, os analistas ressaltaram margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida) de apenas 4%, representando queda de 6,1 ponto percentual na comparação anual, além de uma queima de caixa de quase R$ 1 bilhão.
11h10: JBS (JBSS3, R$ 14,44, -5,87%)
As ações da JBS afundam nesta manhã e figuram como a maior queda do Ibovespa, após dados do terceiro trimestre da sua subsidiária americana Pilgrim’s Pride. A companhia viu seu lucro cair 46% no período, para US$ 137,06 milhões, menor do que os R$ 255,98 milhões registrados no mesmo trimestre de 2014.
O Citi Group citou que o resultado veio fraco, com Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) recuando mais do que 20%, abaixo das estimativas. Vale lembrar que na sexta-feira a JBS reportará seu balanço do terceiro trimestre, depois do fechamento do pregão.
10h31: Gerdau (GGBR4, R$ 5,75, +4,55%)
As ações da Gerdau e sua controladora Metalúrgica Gerdau (GOAU4, R$ 2,64, +3,13%) sobem forte hoje após balanços. A Metalúrgica Gerdau anunciou também uma oferta de 500 milhões de ações.
Sobre o resultado, a Gerdau registrou um prejuízo líquido de R$ 1,96 bilhão, revertendo um lucro de R$ 262 milhões na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado da Gerdau no trimestre foi influenciado por itens não-recorrentes, relativos a baixas contábeis, principalmente de imobilizados e ágio, no valor de R$ 2,2 bilhões, sem impacto no caixa.
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O lucro líquido consolidado ajustado, por sua vez, foi de R$ 193 milhões e, considerando os itens não-recorrentes. A receita líquida alcançou R$ 11,9 bilhões no período, evolução de 11% frente ao mesmo período do ano anterior.
Para a XP Investimentos, o resultado veio acima das expectativas, mas a dinâmica do setor (principalmente o cenário interno) e alto nível de alavancagem, ainda preocupam.
10h20: Usiminas (USIM5, R$ 2,89, -0,69%)
A Usiminas (USIM5) teve prejuízo líquido de 1,042 bilhão de reais no terceiro trimestre de 2015, ante prejuízo líquido de 24 milhões de reais no mesmo período do ano anterior. O Ebitda ajustado foi negativo em 65 milhões de reais no período, ante indicador positivo de 357 milhões de reais no terceiro trimestre de 2014.
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Segundo a XP Investimentos, o resultado veio muito ruim, com volumes fracos e redução nos preços, combinados com um aumento expressivo no endividamento da companhia, atingindo 6,8 vezes o indicador dívida líquida/Ebitda.
10h15: Oi (OIBR4, R$ 2,02, +8,02)
As ações da Oi voltam a disparar após notícia sobre proposta. Segundo reportagem de O Globo, os conselheiros da Oi aprovaram proposta da Letter One, de forma unânime, mas pediram redução de nove meses para 60 dias o prazo da negociação. De acordo com uma das fontes do jornal, a operação de fusão com TIM (TIMP3, R$ 7,84, +2,22%) vai sair. As ações da operadora também repercutem positivamente à notícia.
O conselho também pediu que o fundo LetterOne dê garantia de que serão aportados US$ 4 bilhões e não até US$ 4 bilhões. A Oi vai encaminhar carta-resposta ao fundo.
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10h06: Bradesco (BBDC3, R$ 23,88, -2,33%; BBDC4, R$ 21,34, -3,13%)
As ações do Bradesco afundam nesta manhã após resultado do terceiro trimestre. O banco anunciou lucro líquido contábil de R$ 4,12 bilhões no período, alta de 6,3% contra o mesmo trimestre do ano passado, mas queda de 7,9% frente ao segundo trimestre deste ano. O lucro ajustado, sem eventos não recorrentes, registrou alta de 14,8% na comparação anual e foi para R$ 4,533 bilhões, ficando quase estável na comparação com o segundo trimestre.
A provisão para devedores duvidosos da companhia mostrou um crescimento de 15,1% na comparação anual, para R$ 3,852 bilhões. O ROAE (Retorno sobre Patrimônio Líquido) foi de 21,2% no período, queda de 0,7 ponto percentual na comparação com o segundo trimestre.
Segundo a XP Investimentos, o Bradesco reportou um resultado em linha com as expectativas no lado positivo a melhora na margem financeira, segmento de seguros e também a receita com serviços. No lado negativo a inadimplência gera motivos de preocupação.