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SÃO PAULO – Invertendo a trajetória da abertura, o dólar comercial inicia a tarde desta quinta-feira (14) sendo negociado com baixa de 0,14%, perto dos R$ 2,10. Indicadores melhores que o esperado nos EUA ajudam a Bolsa de São Paulo, que sobe 0,11%.
Sinalizando uma melhora na demanda norte-americana, o Producer Price Index indicou oscilação positiva de 0,3% no nível geral de preços do atacado em abril. O consenso dos analistas sugeria aumento menor, próximo a 0,2%.
A agenda corporativa contou com destaques de peso no plano externo, a exemplo do prejuízo menor que o esperado obtido pela Sony no primeiro trimestre. O Wal-Mart apresentou lucro de US$ 3 bilhões, um pouco abaixo das projeções.
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Resultados no Brasil
Sem contar com indicadores econômicos relevantes, a série de resultados trimestrais ganha foco nesta sessão, ao trazer números do Banco do Brasil, CSN e Aracruz. Também chama atenção a possível concretização da fusão entre Sadia e Perdigão, anunciada por alguns jornais.
Na próxima manhã, o panorama doméstico contará com o IGP-10 (Índice Geral de Preços – 10) e, no plano externo, atenção à agenda norte-americana: estão previstos dados sobre inflação, atividade industrial e confiança do consumidor.
Mercado paralelo
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,3000 na venda, representando um ágio de 9,58% em relação ao dólar comercial.