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SÃO PAULO – Projeções apocalípticas sobre o mercado acionário americano inundam o mercado a cada dia enquanto as Bolsas por lá renovam suas máximas históricas. O muitos experts do mercado apontam é que o rali das Bolsas americanas estão sendo sustentados graças às baixas taxas de juros ao redor do mundo – uma realidade que não deve durar muito tempo nos Estados Unidos (com a melhora dos indicadores econômicos do País).
Sem fugir muito desse cenário, um gráfico do ZeroHedge e alertado em relatório divulgado nesta segunda-feira pela casa de research Empiricus traz uma correlação um tanto quanto interessante.
Na sexta-feira, os Estados Unidos divulgaram seu relatório de Emprego, que apontou novamente a criação de postos de trabalho acima do esperado, alimentando expectativas de início de aumento de juros por lá. Além da criação de emprego, o relatório mostrou que a taxa de desemprego no país caiu para 5,5%, a menor em seis anos (um ponto que deve ser bem guardado).
Segundo o gráfico, de 1969 para cá, todas as vezes que a taxa de desemprego dos EUA atingiu uma mínima de seis anos, enquanto as bolsas marcavam suas máximas de 12 meses, o movimento que se seguia dos mercados era de queda (como prenunciado no gráfico abaixo).
Correlação entre as ações dos EUA e a taxa de desemprego:
O gráfico mostra que, em 12 dessas 13 ocasiões (marcadas no gráfico com um círculo), os mercados sofreram na sequência uma queda média de 14,8% no ano seguinte.
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Os analistas da Empiricus ponderam, no entanto, que a correlação pode ser apenas uma estatística “forçada”, mas pode ser também um indício do ponto de um ciclo econômico e sua relação com os mercados, e sua potencial inversão. E você, o que você?