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SÃO PAULO – O dólar comercial reduziu os ganhos no início da tarde desta sexta-feira (13), registrando alta de 0,22%, cotado a R$ 2,306. Seguindo a inversão do sinal da bolsa de valores paulista, a moeda norte-americana também mudou a trajetória da abertura, quando chegou a cair para R$ 2,27.
Apesar da maior aversão ao risco, o plano corporativo traz referências positivas para a sessão. Depois do Bank of America, foi a vez do Citigroup reafirmar que não precisará de mais aportes do governo norte-americano. No mesmo sentido, a General Motors declarou que os US$ 2 bilhões requisitados ao Tesouro dos EUA não serão mais necessários no curto prazo.
Na agenda externa, destaque para os dados da balança comercial norte-americana. Conforme os dados divulgados pelo Departamento do Comércio dos EUA, a balança do país apresentou déficit de US$ 36 bilhões em janeiro, abaixo das estimativas dos analistas, que esperavam resultado negativo de US$ 38 bilhões.
Plano doméstico
Por aqui, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) anunciou o desempenho do setor varejista, cujo volume de vendas aumentou 1,4%, na passagem entre dezembro e janeiro. A receita nominal obteve alta de 2,1% no mesmo período.
O Banco Central não anunciou novas intervenções no mercado de câmbio nesta sexta-feira. Na última sessão, a autoridade monetária realizou um leilão de empréstimo de dólar para exportadores, que atingiu o valor máximo, de US$ 1 bilhão.
Confira as cotações
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,3040 na compra e R$ 2,3060 na venda, alta de 0,22% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 2,4500, representando um ágio de 6,34%
em relação ao dólar comercial.
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Apesar desta alta, o dólar acumula desvalorização de 2,74% em março, frente à alta de 2,69% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 1,33%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril opera cotado a R$ 2.318, alta de 0,32% em relação ao fechamento
de R$ 2.311 da última quinta-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, opera em baixa de 0,34%, atingindo R$ 2.338 frente a R$ 2.346 do fechamento de quinta-feira.