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Depois de um rali surpreendente na última segunda-feira, a sessão desta terça começa retomando certa sobriedade.
Mercado Internacional
Com uma agenda vazia nos EUA, os analistas seguem repercutindo o plano anunciado por Timothy Geithner. A expectativa é por uma postura ativa do tesouro depois do discurso promissor de ontem.
Sobre o plano, alguns vencedores do premio Nobel se manifestaram. Joseph Stiglitz afirmou que trata-se de um roubo à sociedade norte-americana. Ele disse não acreditar que o plano dê certo já que o enorme ônus depositado nos ombros do contribuinte despertará uma contrapartida. Paul Krugman seguiu a mesma linha, e em sua coluna no New York Times, afirmou que o grande problema desse plano é que ele não funcionará. Já Michael Spence afirmou que esse socorro depende crucialmente da participação do setor privado.
Na Europa, o dia começa com as bolsas operando sob influência de realização de lucros, assim como os futuros de Wall Street.
O alemão Deutsche Bank e o suíço Credit Suisse anunciaram que tiveram um bom começo de ano, depois dos prejuízos recordes acumulados em 2008.
Na Ásia, após subir mais de 20% desde a mínima do último dia 5, o índice Nikkei encerrou com forte valorização nesta terça-feira (24), impulsionado por instituições financeiras e exportadoras. A bolsa de Hong Kong também fechou em alta, assim como a bolsa da China, que foi influenciada por bancos.
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A minuta Bank of Japan revelou pressões públicas sobre a política monetária japonesa. O texto afirma que o governo gostaria que o banco desse suporte à economia do lado financeiro, via um fornecimento de fundos mais ativo.
No Brasil
No Brasil, economistas leem as notas de mercado aberto e do setor externo referentes ao mês fevereiro.
Já entre os resultados, destacam-se os números de CSN, GP Investments, Kroton, Nutriplant, PDG Realty, Suzano Papel e Wilson Sons.
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No cronograma da oferta secundária da Redecard, esta terça-feira marca o fim do processo de bookbuilding, que visa fixar o preço por ação.