Vendas no varejo do Brasil avançam 0,1% em agosto, abaixo do esperado

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,70% na comparação mensal e de avanço de 1,45% sobre um ano antes

•

Publicidade

As vendas no varejo brasileiro avançaram 0,1% em agosto na comparação com o mês anterior e subiram 0,4% sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (15).

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,70% na comparação mensal e de avanço de 1,45% sobre um ano antes.

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças; Material de construção e Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas em agosto variou -0,2% frente ao mês imediatamente anterior, após alta de 0,5% em julho de 2026. Com isso, a média móvel trimestral para o varejo ampliado volta a recuar 0,3% no trimestre terminado em agosto de 2026, mesmo valor da variação de junho.

Frente ao mesmo mês de 2025, o varejo ampliado variou 0,1%, após crescer 1,9% em julho de 2026. No ano, o setor avançou 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior e, nos últimos 12 meses, 1,4%.

O volume de vendas do comércio varejista na passagem de julho para agosto de 2026, na série com ajuste sazonal, em termos setoriais, registrou 6 taxas positivas e 2 negativas. No campo positivo, foram as atividades de Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (6,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,4%), Combustíveis e lubrificantes (1,1%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,7%), Tecidos, vestuário e calçados (0,6%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%). No campo negativo, figuraram Móveis e eletrodomésticos (-4,2%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,3%).

No comércio varejista ampliado, os dois setores adicionais tiveram resultado negativo: Veículos e motos, partes e peças de -1,0% e Material de construção de -2,0%.

Continua depois da publicidade

(com Reuters e agência de notícias do IBGE)

Tópicos relacionados