A nova ofensiva da Cimed no futebol brasileiro

A aposta vai além das camisas

A Cimed quer transformar o futebol em uma plataforma de crescimento para a Super, sua marca de higiene e cuidados pessoais.  O plano inclui parcerias com clubes e produtos licenciados para torcedores.

Palmeiras, Cruzeiro e Botafogo

A empresa já tem relacionamento com os três clubes e mantém conversas com outras equipes de grande porte. A intenção é ampliar a presença da Super no futebol brasileiro.

Torcida pode virar consumidora

A proposta é criar produtos com identidade dos clubes e compartilhar receitas com as equipes parceiras.  Assim, os times podem faturar também com a venda de itens de consumo, além dos patrocínios tradicionais.

Cimed descarta nome no estádio

O CEO João Adibe negou que a empresa vá assumir os naming rights do Morumbi, estádio do São Paulo.  Segundo ele, esse tipo de investimento está fora dos objetivos da estratégia atual.

Patrocinar o campeonato também não

Adibe também descartou patrocinar competições.  O foco da companhia está nas parcerias diretamente com os clubes e no desenvolvimento de produtos associados às torcidas.

A ideia é conquistar espaço no consumo

A Cimed quer aproveitar a conexão dos torcedores com seus times para ampliar o alcance das marcas de consumo.  Segundo Adibe, a estratégia já estava em discussão antes do debate sobre a saída das casas de apostas do futebol.

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Como a Cimed quer ganhar com o futebol?