O dólar à vista opera com baixa ante o real nesta segunda-feira (21), acompanhando o recuo da moeda norte-americana ante as demais divisas no exterior, com investidores digerindo no Brasil nova pesquisa eleitoral mostrando empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
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Qual foi a cotação do dólar hoje?
Às 12h42, o dólar à vista recuava 0,62%, a R$ 5,113 na venda. O dólar futuro para outubro – atualmente o mais negociado no mercado brasileiro – caía 0,35% na B3, aos R$ 5,139.
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O dólar à vista encerrou a sessão de sexta-feira com variação positiva de 0,11%, aos R$5,1451.
Dólar comercial
- Compra: R$ 5,131
- Venda: R$ 5,132
O que aconteceu com dólar hoje?
A pesquisa BTG/Nexus mostrou manutenção do cenário de um possível segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), com um empate técnico entre ambos e o petista numericamente à frente, com 46% das intenções de voto contra 45% do rival. Ainda nesta segunda, é esperada uma nova pesquisa Quaest sobre o cenário eleitoral.
Lula ainda é visto com desconfiança entre boa parte do mercado, que vê sua reeleição como um empecilho para o controle das contas públicas e, consequentemente, da inflação.
Nas últimas semanas, pesquisas mostrando o fortalecimento de Flávio, ainda que o técnico empate persistiu, têm favorecido o chamado “trade eleitoral”, com o Ibovespa em alta e o dólar e os juros futuros em baixa. No início da noite desta segunda-feira será divulgada nova pesquisa da Quaest sobre a disputa pelo Planalto.
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No boletim Focus, também divulgado nesta segunda pelo Banco Central, a mediana para o IPCA de 2026 subiu de 4,90% para 4,92%, acima do teto da meta de inflação, enquanto o mercado manteve as projeções para 2027 em 4,30%, 2028 em 3,80% e 2029 em 3,50%. A projeção suavizada do IPCA em 12 meses à frente caiu de 4,65% para 4,62%.
Nos EUA, o presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, disse que só apoia cortes de juros com evidências de que a inflação caminha para a meta de 2% e afirmou que, no momento, o Fed enfrenta mais um problema de inflação do que de emprego.
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A Assembleia Geral da ONU reúne líderes globais nesta semana sob o impacto de guerras, tensões geopolíticas, avanço da IA sem controles, mudanças climáticas e inflação. Os conflitos no Irã, Gaza, Ucrânia, Sudão, Congo e Mianmar devem dominar a agenda, ao lado de desigualdade, cadeias de suprimentos, custo de vida e desaceleração global.
(Com Reuters e Estadão Conteúdo)
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