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O Ibovespa encerrou a última sessão em queda de 0,41%, aos 185.229 pontos. Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 184.460 pontos e a máxima de 185.991 pontos.
Na minha leitura, o fechamento praticamente sobre o suporte de 185.200 pontos coloca o Ibovespa em uma região decisiva. O índice permanece lateral no gráfico diário, mas o enfraquecimento observado nos períodos mais curtos mostra que a correção ainda pode avançar. Uma reação consistente dependerá da retomada do volume comprador.
No gráfico diário, observo que o Ibovespa continua acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, preservando a estrutura principal de alta. O IFR (14), em 62,83 pontos, permanece em região neutra, abaixo da zona de sobrecompra. O indicador mostra que parte do movimento esticado foi aliviada, embora ainda não haja confirmação de retomada.
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Para voltar a ganhar força, o índice precisa superar a resistência em 189.487/192.890 pontos. Acima dessa faixa, poderá avançar em direção à máxima histórica de 199.354 pontos. Na direção contrária, a perda confirmada dos 185.200 pontos poderá aprofundar a correção até 178.000/176.695 pontos. Abaixo desses níveis, acompanho os 164.835 pontos e, como alvo mais longo, os 161.745 pontos.
Gráfico de 60 minutos
No gráfico de 60 minutos, o Ibovespa permanece dentro de um canal de baixa e encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. Essa configuração mantém a pressão vendedora no curto prazo, apesar de a tendência mais ampla ainda ser positiva.
Para iniciar uma recuperação, será necessário superar a resistência em 185.555/187.650 pontos. Caso essa faixa seja rompida com volume comprador, os próximos objetivos aparecem em 189.030/191.340 pontos e, posteriormente, em 192.545/195.280 pontos.
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Na ponta vendedora, os suportes imediatos estão em 184.640/183.845 pontos, seguidos pelos 179.730 pontos. A mínima da sessão rompeu momentaneamente a primeira referência, mas o fechamento ocorreu novamente acima dela. A perda confirmada da faixa poderá ampliar o fluxo vendedor em direção a 177.155/173.660 pontos. Em uma correção mais extensa, os alvos seguintes ficam em 171.420/169.330 pontos.

Minicontratos
Os contratos de mini-índice (WINV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (18/09) em baixa de 0,61%, aos 187.135 pontos.
Na minha leitura, o mini-índice encerrou a sessão pressionado, mas a recuperação observada no fim do pregão permitiu um fechamento acima das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Para a sessão de hoje, acompanho como referências imediatas o suporte em 186.795/186.390 pontos e a resistência em 187.575/188.520 pontos. O rompimento de uma dessas faixas poderá indicar a direção predominante do mercado.
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No gráfico de 60 minutos, o contrato terminou entre as médias de 9 e 21 períodos, configuração que reforça o cenário de indefinição no curto prazo. A retomada compradora dependerá da superação das resistências, enquanto a perda dos suportes poderá ampliar o movimento de correção.

Os contratos de minidólar (WDOV26), com vencimento em outubro, encerraram a última sessão (18/09) em alta de 0,34%, aos 5.157,5 pontos.
O minidólar chega ao pregão desta segunda-feira após uma sessão positiva, mas ainda sem sinal claro de continuidade da recuperação. No gráfico de 15 minutos, o contrato terminou entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, cenário que sugere equilíbrio no curto prazo. Por isso, considero a resistência de 5.166/5.179 pontos a principal barreira para os compradores, enquanto o suporte de 5.153,5/5.139 pontos será a primeira referência para uma eventual retomada das vendas.
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No gráfico diário, o ativo também permanece entre as médias móveis, reforçando a leitura de indefinição. Já no gráfico de 60 minutos, apesar do fluxo positivo da última sessão, o contrato ainda negocia abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que exige cautela antes de se confirmar uma reação mais consistente.

Os contratos futuros de Bitcoin (BITU26), com vencimento em setembro, encerraram a última sessão em forte alta de 7,16%, aos 420.780 pontos.
Pelo gráfico diário, observo que o futuro de Bitcoin retomou o fluxo comprador após o movimento corretivo, acompanhado por uma entrada relevante de volume. O contrato voltou a negociar acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos, melhorando a configuração técnica de curto prazo. O IFR (14), em 63,81, permanece em região neutra e ainda não indica sobrecompra. O fechamento próximo da primeira resistência, porém, torna essa faixa decisiva para a continuidade da alta.
Para retomar o fluxo de baixa, o primeiro sinal de alerta será a perda das médias móveis. A pressão vendedora ganhará maior consistência abaixo de 384.100/369.655 pontos, abrindo espaço para 351.920/325.795 pontos e, em uma correção mais extensa, para 312.820/301.750 pontos.
No sentido contrário, a continuidade do movimento comprador dependerá da superação de 421.900/430.895 pontos. Acima dessa região, vejo espaço para o contrato avançar em direção a 457.495/472.840 pontos, tendo como alvo mais distante a faixa de 514.500/583.200 pontos.

Suporte e resistência
Confira, agora, os principais pontos de suporte e resistência para os minicontratos de dólar e de índice para esta segunda-feira (21).

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)
Confira mais conteúdos sobre análise técnica no IM Trader. Diariamente, o InfoMoney publica o que esperar dos minicontratos de dólar e índice.